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Indústrias Culturais apostam na gastronomia e cinema
Sexta, 28/04/2017

O Conselho para as Indústrias Culturais quer que se invista na candidatura de Macau a cidade gastronómica da UNESCO e promova a indústria cinematográfica.

 

De modo a ser suportar a importância da candidatura, vai ser criado um novo grupo de trabalho para a promoção. A ideia, como disse a vice-presidente do conselho, Hsu Hsiu Chu, é que ao mesmo tempo que se conhece a comida do território, se tenha também contacto com a arte, a história e os hábitos de Macau. No fundo, criar uma simbiose de identidade que não se cinja apenas à gastronomia.

 

O cinema também merece a atenção por parte do conselho. Para além da formação de novos realizadores e apoio financeiro a quem queira produzir os próprios filmes, o conselho quer facilitar a vida aos produtores estrangeiros que têm interesse em filmar em Macau.

 

Hoje, para a obtenção de licenças, é preciso recorrer a nove departamentos diferentes. No futuro, apenas o Instituto Cultural precisará de ser contactado, encaminhando depois para um novo departamento os pedidos. Desta forma, o processo será mais simples e rápido, abrindo maiores para que possibilidades de realizadores da Coreia do Sul ou dos Estados Unidos, por exemplo, venham a Macau. A isto foi chamado o "Serviço One Stop".

 

A vice-presidente acredita que o território beneficiará com isso. Lembrou também que os realizadores locais têm conseguido chegar além-fronteiras, como aconteceu com Tracey Choi, responsável pelo filme Sisterhood, que foi exibido em Macau, Hong Kong e China Continental. Em breve vai ser exibido em Taiwan.