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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 26/04/2017

Em destaque nos diários locais está um encontro entre o secretário para os Transportes e Obras Públicas e alguns deputados onde foi discutida a preocupação de residentes com a atribuição de habitações económicas. Também em foco na imprensa de Macau está a detenção de 39 pessoas num bar de karaoke.

                                                                   

Jornais de Macau em língua chinesa

 

No Ou Mun está em destaque a notícia da detenção de 39 pessoas por alegado consumo e tráfico de droga. A Polícia Judiciária apanhou os suspeitos em flagrante dentro de uma sala privada de um bar de karaoke. De acordo com o jornal, os detidos têm profissões diferentes, como enfermeiros, trabalhadores de casinos ou modelos.

 

O Va Kio vira também atenções para este caso de roubo. Este diário realça ainda que seria o DJ do bar quem vendia drogas aos clientes. No local foram encontradas, entre outras, ketamina e marijuana.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM diz que um recém-nascido, ainda com o cordão umbilical, foi encontrado num caixote do lixo na Areia Preta, na Avenida do Dr. Francisco Vieira Machado. O bebé estava vivo e foi transportado para o hospital. A Polícia Judiciária está agora a investigar o caso mas ainda não há qualquer pista sobre quem poderá ser a mãe deste bebé.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“O papel principal” diz em manchete o Hoje Macau em referência a um encontro de deputados com o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário, em que foram transmitidas as preocu­pações de 150 pessoas privadas de assinar as escrituras de casas económicas. Este diário publica ainda uma entrevista ao médico e deputado Chan Iek Lap.

 

No Jornal Tribuna de Macau está em foco a notícia de que os “cursos do ensino recorrente juntam quase 300 reclusos”. Num universo de 1.265 reclusos contabilizados no final de Fevereiro no Estabelecimento Prisional de Macau, 273 estão a frequentar cursos do ensino primário e secundário recorrente, além de que 283 já participaram em 16 cursos de formação profissional. No destaque fotográfico, estão crianças da Escola Portuguesa de Macau com cravos vermelhos: “A alegria da liberdade”.

 

Sobre a habitação económica, o Ponto Final escreve “Executivo tranquiliza deputados”. O Governo garantiu esta terça-feira, perante uma dezena de deputados, que a breve prazo ninguém vai ser expulso de habitações económicas. O secretário para os Transportes e Obras Públicas garante que o Governo quer apenas actualizar as informações que tem em mãos. “Bifanas sobre rodas” é o título de outro destaque na primeira.  

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily destaca a notícia da redução do número de trabalhadores não residentes em Macau. No final de Março, havia menos 1.557 face aos 179.879 trabalhadores do exterior contados no mesmo mês do ano passado. Este diário económico também dá conta que a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos quer recrutar mais inspectores.

 

A manchete do Macau Daily Times diz que “regras para habitação económica podem ser revistas” – uma possibilidade colocada pelo secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário, numa reunião com deputados. A fotografia da primeira faz referência a exercícios de grande escala com artilharia, realizados pela Coreia do Norte.

 

O Macau Post Daily titula que o Terminal Marítimo do Pac On “vai finalmente ser aberto em Julho”. A data foi referida pela directora dos Serviços de Assuntos Marítimos e da Água, Susana Wong. Este matutino realça que o terminal abre com 10 anos de atraso e com um orçamento superior em seis vezes ao original.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

No China Daily o titulo é “pressão para mudança económica”. Os líderes chineses exortaram a nação a avançar com “a estratégia de ajustamento da estrutura económica”, assegurando, ao mesmo tempo, “a não ocorrência de riscos financeiros”. Noutro título lê-se que a China convidou os Estados Unidos a juntarem-se à iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”.

 

O South China Morning Post diz que um novo acordo, de 15 anos, vai permitir às empresas eléctricas de Hong Kong ter taxa de retorno até 8 por cento. O jornal sublinha ainda que as companhias falharam em se comprometer com uma redução de 5 por cento nas tarifas.

 

Já o Standard escreve que as tarifas da electricidade vão sofrer um corte de 5 por cento, na sequência do acordo entre o Governo de Hong Kong e as duas companhias de electricidade. No entanto, as empresas ressalvam que a redução de preços vai depender de alguns factores, como o custo dos combustíveis.