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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 18/04/2017

Os jornais em língua portuguesa de Macau fazem manchetes com entrevistas do presidente da Assembleia Legislativa, Ho Iat Seng, que afasta especulações sobre as suas ambições ao cargo de Chefe do Executivo, critica o número de deputados no Conselho Executivo e antevê grande polémica em torno da lei das rendas. Em Hong Kong, os jornais destacam a recuperação económica da China no primeiro trimestre.

                                                                   

Jornais de Macau em língua chinesa

 

No Ou Mun está em destaque a notícia de que a Administração recuperou um terreno que estava ocupado ilegalmente na vila da Taipa. O terreno em causa tem perto de 3000 metros quadrados e será usado para a construção do edifício do Departamento Policial das Ilhas.

 

O Va Kio escreve que Macau não esteve “muito lotada” ontem, o último dia do fim-de-semana alargado de Páscoa. O jornal também realça que alguns turistas de Hong Kong disseram só ter uma queixa em relação à dificuldade de apanhar táxis.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM diz que a deputada Ella Lei exorta o Governo, numa interpelação escrita, a aproveitar melhor e a disponibilizar ao público o parque de estacionamento que fica debaixo da Praça Ferreira do Amaral.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau faz manchete com uma frase do presidente da AL: “Cada deputado tem de assumir a responsabilidade pelo acto de carregar no botão”. Ho Iat Seng também acaba com “especulações” quanto à possibilidade de ser candidato a Chefe do Executivo. Numa chamada de capa, este diário dá ainda conta que um deputado de Hong Kong foi barrado em fronteira de Macau.

 

Já em entrevista ao Jornal Tribuna de Macau, Ho Iat Seng antevê que a “lei das rendas vai gerar grande polémica”. No destaque fotográfico do JTM lê-se “Renovação de fé” sobre a procissão do Senhor Morto na Sexta-Feira Santa. Noutro título, o diário realça que “trocas sino-lusófonas aumentaram um terço” - o valor subiu 32,6 por cento até Fevereiro, em termos anuais, para 14,84 mil milhões de dóla­res.

 

Em grande plano no Ponto Final está também Ho Iat Seng e a ideia de que há “deputados em demasia” no Conselho Executivo. Em entrevista à agência Lusa, o presidente da AL reiterou ainda a disponibilidade para permanecer à frente do hemiciclo. Este matutino diz que a integração dos portadores de deficiência intelectual está desde ontem em discussão, no âmbito da segunda conferência internacional sobre a questão.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

A manchete do Business Daily diz que “é mais difícil comprar casas em Zhuhai”. As regras mais apertadas das autoridades do outro lado da fronteira tornaram a compra mais complicada para os residentes de Macau. Este diário económico realça ainda que o Japão pode passar a ser o novo centro da indústria do Jogo.

 

Em parangonas, o Macau Daily Times refere que “um deputado democrata-moderado de Hong Kong viu-lhe negada a entrada em Macau”. Na fotografia, está Tóquio e lê-se em rodapé que o skyline dessa cidade vai ter mais 45 prédios altos até aos Olímpicos de 2020.

 

O Macau Post Daily titula que “o Governo falhou em proteger uma casa de chá antiga”. A acusação ao Instituto Cultural é feita pelo urbanista Rhino Lam a propósito do edifício do restaurante Lok Kok, no centro da cidade, que, apesar de fazer parte da lista de edifícios classificados, foi alvo de demolição parcial.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

No China Daily a manchete é feita com os dados económicos da China: “Crescimento ‘resiliente’ supera expectativas para o primeiro trimestre”. A economia chinesa cresceu a um ritmo de 6,9 por cento – o melhor resultado em mais de um ano.

 

O South China Morning Post vira atenções para o mesmo tema e escreve “crescimento recupera para máximo de quase dois anos”. Noutro destaque na primeira, o South China diz que “mãe que recebeu um transplante de fígado mostra sinais de melhora”.

 

O Standard titula que “a luta contra o tabagismo está a aumentar”. O Governo de Hong Kong quer reduzir a taxa de consumo tabágico para um único dígito.