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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 06/04/2017

O relatório de actividades do Comissariado Contra a Corrupção (CCAC) referente a 2016 faz alguns dos títulos dos diários locais, assim como a decisão das autoridades de Portugal e de Macau de adiarem a assinatura do acordo sobre informações fiscais. Em Hong Kong, os jornais fazem o rescaldo do encontro do presidente chinês com o homólogo finlandês mas também a antevisão do encontro de Xi Jinping com Donald Trump.

                                                                   

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun destaca o relatório de actividades do CCAC. Este jornal escreve que foram investigados casos pequenos, relacionados com “funcionários públicos gananciosos”, mas também casos de maior dimensão, como aquele que envolve o ex-Procurador Ho Chio Meng.

 

No Va Kio o mesma tema é puxado para a primeira página mas com o foco colocado nos números: “CCAC recebeu 910 relatórios e queixas e concluiu a investigação de 462”.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM vira atenções para um acidente com um eléctrico em Hong Kong, na noite passada, que deixou 14 pessoas feridas e resultou na detenção do motorista. A Ou Mun Tin Toi diz ainda que a polícia está a investigar as causas do acidente.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

“Lacuna fatal” é o título escolhido pelo Hoje Macau para a notícia de que em Macau não tem psicólogos forenses qualificados. Noutros destaques lê-se “Tufões – o que aí vem vai doer” e “Transição – Sampaio volta a atacar”. Já numa chamada de capa, este diário realça “Fisco Portugal-Macau: Calendas ficam para Julho”.

 

A manchete do Jornal Tribuna de Macau diz que “CCAC pede revisão das regras de contratação pública”. No seu relatório, esse comissariado deixa vários alertas ao Governo, advertindo que os serviços públicos usam “motivos artificiais” para justificar comportamentos irregulares nas adjudicações. No destaque fotográfico está o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais português: “Macau e Lisboa adiam acordo sobre informações fiscais”.

 

O Ponto Final titula “ONU quer compadrio criminalizado” - o relatório de actividades do CCAC refere que a organização sugere que o Executivo local criminalize o tráfico de influências para fortalecer a eficácia dos mecanismos anti-corrupção. Relativamente ao documento sobre informações fiscais, este matutino escreve “Acordo em águas de bacalhau”. As autoridades locais não completaram os procedimentos necessários.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

A manchete do Business Daily é dedicada ao relatório de actividades do CCAC referente a 2016. Houve 910 relatórios e queixas no ano passado, a maioria relacionada com departamentos governamentais. Este diário económico vira atenções para a Melco Resorts & Entertainment que vai deixar de ter um hotel da marca Hard Rock, passando a chamar-se “The Countdown”.

 

O título principal do Macau Daily Times diz “Preocupações sobre os novos planos para os terrenos do La Scala” – Administração recuperou mais quatro lotes não desenvolvidos. O rodapé e fotografia remetem para a compra de um diamante cor-de-rosa pela Chow Tai Fook por um valor recorde de 71.2 milhões de dólares.

 

O Macau Post Daily titula que a “Comissão eleitoral vai mudar o formato dos boletins de voto”. O presidente da Comissão dos Assuntos Eleitorais da Assembleia Legislativa, Tong Hio Fong, afirmou que a medida visa diminuir o risco de erros por parte dos eleitores, na hora de exercerem o direito de voto.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em título, o China Daily escreve que “Xi Jinping dá vigor a parceria com a Finlândia”. A China e o país nórdico assinaram uma série de acordos de cooperação. A fotografia mostra o aperto de mão entre o presidente chinês e o homólogo finlandês, Sauli Niinisto.

 

Em parangonas, lê-se no South China Morning Post que “Trump vai pressionar Xi” por causa da Coreia do Norte. Um funcionário da Casa Branca disse que os Estados Unidos vão pedir uma pressão económica chinesa sobre Pyongyang. Donald Trump e Xi Jinping vão estar juntos numa cimeira que arranca hoje na Flórida.

 

O Standard destaca o caso de um paquistanês que foi condenado a cinco anos de prisão por ter levado para Hong Kong 24 imigrantes ilegais desse país. Uma nova lei sobre imigração tornou mais pesadas as penas para este tipo de crimes.