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CCAC termina 2016 com menos investigações concluídas
Quarta, 05/04/2017

O Comissariado Contra a Corrupção (CCAC) concluiu 182 investigações, no ano passado. Trata-se de uma descida de cerca de 29 por cento, face aos 256 casos de 2015.

 

A investigação a Ho Chio Meng está entre os processos concluídos. Este caso envolve ainda um ex-chefe de gabinete e um ex-assessor do antigo procurador da RAEM.

 

De acordo com o relatório de actividades do CCAC referente a 2016, foram recebidas 910 participações. O número representa um aumento de cerca de 15 por cento, face a 2015, quando foram registadas 793.

 

As queixas ou denúncias identificadas chegaram a 428. Já as participações anónimas ou com pedidos de confidencialidade totalizaram 411. Quanto às investigações abertas por iniciativa do CCAC, registaram-se 29, ou seja, mais dez do que em 2015. O número de casos criminais instruídos fixou-se em 252, enquanto processos de natureza administrativa chegaram a 658.

 

No ano passado, 12 investigações do CCAC foram julgadas pelos tribunais, com as respectivas sentenças proferidas a envolver 32 pessoas. O relatório, divulgado hoje, dá ainda conta de uma subida significativa no apoio solicitado por entidades do exterior, aumentando de quatro casos, em 2015, para 19, em 2016. Destes, 15 pedidos chegaram das autoridades anti-corrupção da China Continental.