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Patrões queixam-se de parcialidade em inquérito do Governo
Terça, 28/03/2017

No final da reunião de hoje da Comissão Executiva do Conselho Permanente de Concertação Social, o lado patronal acusou o Governo de parcialidade no inquérito ao salário mínimo. O representante do patronato, Lei Chan U, considerou que o inquérito, promovido pelo Executivo, foi parcial no sentido em que teve por base poucos dados, isto é, apenas cinco empresas de administração de propriedades responderam ao questionário, quando existem 153 no mercado.

 

Lei Chan U disse que há informações, nomeadamente financeiras, que essas empresas não querem fornecer. Face a esta situação, as entidades patronais decidiram realizar o próprio inquérito, a partir de Abril, e os resultados serão depois entregues ao Governo.

 

Antes de se pronunciarem sobre a implementação de um salário mínimo universal, os patrões querem primeiro perceber o impacto da medida nas áreas da limpeza e de segurança na actividade de administração predial, que têm um salário mínimo desde Janeiro de 2016.

 

Já a parte laboral quer acelerar o processo para que o salário mínimo seja alargado a todos os sectores económicos até 2019.