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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 24/03/2017

A visita do secretário de estado das comunidades, José Luís Carneiro, a Macau é um tema destacado na imprensa do território em língua portuguesa, assim como as queixas que lhe foram apresentadas por causa dos baixos salários dos funcionários do consulado.  

                                                                   

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun vira atenções para o Instituto de Habitação que decidiu cancelar 61 contratos para habitações económicas, justificando que os proprietários visados já tinham outras casas em Macau.

 

No Va Kio está em foco a secretária para a Administração e Justiça. Sónia Chan revelou que o Governo está a ponderar a via­bilidade de importar para Macau carne de aves fresca, em substi­tuição das aves vivas.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM diz que as receitas globais do Governo fixaram-se nos 102,4 mil milhões de patacas no final de 2016, o que significa uma queda de 6,7 por cento em relação a 2015. Os números da conta central foram agora publicados na página da Direcção dos Serviços de Finanças.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Poder sem povo” escreve o Hoje Macau a propósito das eleições em Hong Kong. “A antiga colónia britânica elege este domingo o novo Chefe do Executivo. Carrie Lam deverá ser a vencedora”, escreve o jornal, publicando uma grande fotografia da antiga secretária-chefe do actual Governo.

 

A manchete do Jornal Tribuna de Macau diz que “IPOR ‘certificará’ Português para crianças e jovens”. Vai ser criada no IPOR uma certificação de conhecimento de lín­gua portuguesa “reconhecida internacionalmente” para crianças e jovens até aos 17 anos. “Aplausos e queixas em dia de estreia” é o que diz o destaque fotográfico do JTM, a propósito da primeira visita a Macau de José Luís Carneiro na qualidade de secretário de estado das comunidades.


O Clarim traz em grande plano a sociedade católica da Associação de Estudantes da Universidade de Macau e a “fé no meio académico”. “Mangal da Taipa o combate à poluição” lê-se ainda na primeira deste semanário católico sobre um projecto científico entre Universidade de São José e o centro de investigação do Porto.

 

No semanário Plataforma a manchete é “porta aberta a troca de informação bancária”. O secretário de Estado português para os Assuntos Fiscais visita Macau no próximo dia 5. Rocha Andrade pretende fechar negociações para rever os mecanismos de troca de informações fiscais. Uma das chamadas de capa diz que lei da nacionalidade portuguesa é preocupação das comunidades.

 

“No reino de Vhils” é o título principal do Ponto Final. O estúdio que o artista português Alexandro Farto tem em Hong Kong esteve ontem de portas abertas, no âmbito da edição de 2017 da Art Basel Hong Kong. “Os salários do nosso descontentamento” é o título do destaque sobre a visita do secretário de estado das comunidades e as queixas dos funcionários do consulado.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily destaque a descida anual de 5,6 por cento no número de visitantes. Em Fevereiro, foram registadas quase 2,5 milhões de entradas. “Redução das tarifas faz descer lucros da CTM”, é outro título na primeira deste diário económico.

 

Na manchete do Macau Daily Times lê-se “Estado Islâmico diz ser responsável pelo ataque em Londres”. O jornal refere ainda que o atacante já foi identificado. Sobre o património, o rodapé diz que “Sun Yat Sen recordado em Macau e na China, e neglegenciado em Hong Kong”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em título, o China Daily escreve que o “presidente chinês envia as condolências à rainha” do Reino Unido. Xi Jinping “condena” o ataque em Londres e afirma que o terrorismo “é um inimigo comum”.

 

A manchete do South China Morning Post diz que Hong Kong espera um fomento económico depois de se tornar membro do Banco Asiático de Investimento em Infra-estruturas. O destaque fotográfico remete para o ataque de Londres que foi reivindicado pelo Estado Islâmico.

 

Esta é a notícia em foco também no Standard. O jornal escreve que o terrorista que agiu sozinho nasceu em Inglaterra. O Estado Islâmico reivindicou o ataque que fez quatro mortos e dezenas de feridos.