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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (quarta-feira)
Quarta, 15/03/2017

Os casinos têm um ano para efectuarem obras, tendo em vista as salas de fumo. Em Hong Kong todos se focam no debate entre os três candidatos a chefe do executivo.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

 

O Va Kio informa que o Governo tem novidades sobre a lei do tabaco, que proíbe aos clientes dos casinos fumarem no interior das instalações. A novidade é que os casinos sem as condições infra-estruturais para possuírem as salas de fumo vão ter de efectuar obras.

 

O Ou Mun Vai pelo mesmo caminho. Ambos os jornais dizem também que os casinos têm 1 ano para efectuar as obras necessárias para acolherem as salas de fumo.

 

Ou Mun Tin Toi

 

A Rádio Macau em língua chinesa diz-nos que a PJ deteve um grupo de 12 homens que traficavam falsos cartões de casinos. Os homens, provenientes da China Continental, usavam as contrafacções precisamente para obterem dinheiro.

 

Imprensa de Macau em língua portuguesa

 

No Jornal Tribuna de Macau, Ho Lat Seng quer que a Assembleia Nacional Popular clarifique a Lei das Terras. O presidente da Assembleia Legislativa entende que só a ANP pode resolver a referida polémica.

 

O Ponto Final fala de um "cigarro a fuego lento", dando conta de que as operadoras de jogo vão dispor de um ano para adequarem as salas de fumo às exigências do Governo.

 

O Hoje Macau vai pelo mesmo caminho: "Regras para salas de fumo nos casinos só em 2018", escreve o jornal.

 

Imprensa de Macau em língua inglesa

 

Seguindo o que se diz na imprensa em português, também os jornais em inglês seguem a controversa lei do fumo. O Macau Post Daily chama o assunto para a manchete, assim como o Business Daily. Este último faz manchete com a frase: "A não-universal lei do tabaco."

 

Ainda o Macau Daily Times, para além de reforçar o mesmo assunto, oferece igualmente grande destaque a Ma Ying-jeou, antigo primeiro-ministro de Taiwan indiciado depois de uma fuga de informação secreta.

 

Imprensa de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post faz manchete com o debate dos três candidatos a chefe do executivo de Hong Kong. John Tsang, Carrie Lam e Woo Kwok-hing perfilam-se sorridentes sobre a frase: “Rivais apontam o dedo ao histórico de trabalho.”

 

No China Daily, o mesmo mote, se bem que aqui com uma declaração de Carrie Lam no título: “Hong Kong precisa de mais actos e menos retórica”, diz a candidata.

 

O destaque do The Standard é semelhante. "Trio combateu em várias frentes", generaliza o jornal de Hong Kong acerca do debate de ontem à noite.