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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 10/03/2017

A demolição de estaleiros navais em Lai Chi Vun continua a fazer as primeiras páginas de alguns jornais locais. A imprensa de Macau também realça que a deputada Ella Lei, que representa a Federação das Associações dos Operários, quer avançar com um projecto de lei para a criação de cinco dias de licença de paternidade remunerada.

                                     

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá conta da dentenção de um homem que tirava fotografias por debaixo das saias das mulheres que ele seguia pelas ruas de Macau. A Polícia de Segurança Pública revelou que o suspeito terá levado a cabo esta prática durante sete anos

 

O Va Kio faz manchete com o mesmo caso de polícia. Este diário acrescenta que a PSP encontrou no telemóvel do suspeito mais de 1700 fotografias que tirou sem permissão pelas ruas de Macau e também seis pastas no seu computador.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM vira, esta manhã, atenções para o presidente da Assembleia Legislativa que dá voz a um recado de Pequim. Ho Iat Seng diz que o Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional considerou que a nova lei de terras “não viola a Lei Básica”. Essa ideia foi levantada na Assembleia Legislativa de Macau, por exemplo, pelo deputado Gabriel Tong.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

Em grande plano no Hoje Macau estão os Estaleiros de Lai Chi Vun e as “ideias na gaveta”. Em chamadas de primeira página lê-se ainda que “Ella quer mudar a lei de trabalho” e que “China aponta dedo aos Estados Unidos”, no capítulo dos direitos humanos.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve em manchete que “Ella Lei propõe cinco dias de licença de paternidade”. O destaque fotográfico do JTM realça que o Instituto de Formação Turística está no “top 20 das escolas de hotelaria”. Em foco está também a notícia de que “EUA excluem Macau do relatório sobre crimes financeiros”.

 

O Clarim titula “Carrie Lam pede desculpa” – cardeal D. John Tong desagradado com candidata a Chefe do Executivo de Hong Kong. Este semanário vira ainda atenções para a Uber e “o lado bom da controvérsia” e na primeira remete ainda para uma entrevista a Arthur Britto, presidente do Macau Arts Culture and Heritage Institute da Califórnia.

 

O semanário Plataforma titula “despedida no cais” a propósito de Lai Chi Vun. A preservação das memórias e da indústria local de construção naval é um plano por definir, na hora em que vêm abaixo os primeiros estaleiros – por falta de segurança, acrescenta este jornal, sublinhando ainda que as associações da área do património “pedem mais tempo”.

 

No Ponto Final o título principal fala de “auto-censura e melindres que tais”, a propósito das críticas feitas a Macau pela Federação Internacional de Jornalistas. Sobre o Festival Literário Rota das Letras, este jornal destaca hoje José Rodrigues dos Santos, “o escritor no seu labirinto”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

No Business Daily lê-se que Macau ocupa a terceira posição num ranking que elenca os territórios mais ricos do mundo, apenas o Qatar e o Luxemburgo apresentam níveis de riqueza superiores a Macau. Este diário económico foi também ouvir a opinião de especialistas sobre a desistência do advogado de defesa do ex-Procurador da RAEM, Ho Chio Meng.

 

O Macau Daily Times diz no título principal que a China defende a forma como utilizou as marcas do grupo Trump. A fotografia publicada na primeira faz referência à abertura oficial da Cinemateca marcada para 30 de Março.

 

O Macau Post Daily dá conta da detenção de um homem que tirou fotografias debaixo das saias das mulheres durante sete anos. Destaque neste jornal ainda para a reeleição de Donald Tusk como presidente do Conselho Europeu, “apesar da oposição polaca”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily fala em “medidas mais duras para combater o smog”. O ministro chinês do Ambiente disse que vão ser postas em prática este ano medidas que visam melhorar a qualidade do ar, principalmente no norte do país. Noutro título deste jornal oficial chinês lê-se que “China afirma que os direitos humanos continuam a deteriorar-se nos Estados Unidos”.

 

O South China Morning Post diz que a empresa Wharf vai desistir dos serviços de banda larga e televisão paga. Este diário realça ainda que o antigo Chefe do Executivo, Donald Tsang, apresentou um recurso da sentença. Tsang foi condenado a 20 meses de prisão por má conduta em cargo público.

 

O Standard também dá conta da decisão da Wharf de sair do negócio da televisão paga em Hong Kong depois de não ter conseguido vender a i-Cable Communications.