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António Aguiar: Hóquei em patins em Macau “não vai morrer”
Quarta, 01/03/2017

 

Antecipam-se tempos difíceis para a Associação de Patinagem de Macau (APM), em resultado de cortes de subsídios, anunciados pelo Instituto do Desporto. A informação foi avançada à TDM – Rádio Macau por António Aguiar.

 

O presidente da APM, diz não compreender a decisão uma vez que Macau “não está em crise financeira”. Apesar dos cortes, o dirigente desportivo garante: “Aconteça o que acontecer, o hóquei em patins não vai morrer”.

 

António Aguiar foi escolhido para fazer parte do elenco directivo da Federação Internacional de Desportos sobre Patins, que integra actualmente nove modalidades, entre elas o hóquei em patins tradicional.

 

A nomeação marca o regresso do dirigente ao núcleo directivo da FIDP, da qual já tinha sido vice-presidente.

 

Trata-se de um núcleo duro – o “killer team”, nas palavras do dirigente associativo – formado por cinco elementos (Portugal, Espanha, Itália, Argentina e Macau) e que vai dirigir, nos próximos quatro anos, os destinos do hóquei patinado.

 

Acrescenta Aguiar que, “se este grupo não conseguir ir avante no desenvolvimento das modalidades, mais ninguém é capaz de fazê-lo”.

 

A tomada de posse do núcleo dirigente da FIRS, presidido pelo italiano Sabatini Aroucu, acontece para a semana na cidade chinesa de Nanjing, que recebe em Agosto e Setembro o Roller Sports Word, que entre outras competições integra o antigo mundial de hóquei em patins, Grupos A e B.

 

Segundo António Aguiar são esperadas 20 selecções.

 

Com ou sem financiamento do ID, Macau quer estar presente nem que "jogadores e dirigentes tenham que pagar do seu próprio bolso”, frisa António Aguiar. O objectivo, remata, é “continuar entre os melhores do mundo do hóquei patinado”.