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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 24/02/2017

A imprensa portuguesa destaca a saída de Jason Chao do Novo Macau já a partir do próximo mês. Um anúncio feito no Facebook. Temos também o balanço económico do ano em Macau.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Jornal Ou Mun destaca a medida governamental para os táxis. Um número de telefone será a forma mais fácil dos clientes terem acesso ao serviço. Uma forma de combater a concorrência da Uber, em grande ascensão no território. Para já, vão ser 50 os táxis equipados com este sistema, mas são prometidos mais no futuro.

 

O Va Kio dedica a manchete a três empregadas domésticas do Vietname que operavam uma rede de telecomunicações ilegal, que enviava mensagens com conteúdos de jogo falsos. A fotografia na primeira página do jornal dá precisamente conta do momento em que o trio de imigrantes foi detido peça polícia.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

O mesmo assunto é o principal tema na rádio Ou Mun Tin Toi, as trabalhadoras do Vietnam estão a abrir os tópicos noticiosos da Rádio Macau em língua chinesa. Para além disso temos o crescimento económico da região nos últimos quatro meses de 2016. Macau cresceu 7% em relação ao período homólogo de 2015.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Ponto Final dá destaque a Jason Chao, que anunciou que vai deixar o Novo Macau. Chao é vice-presidente da principal plataforma pró-democrática do território e anunciou no Facebook a intenção de abandonar a Associação no final de Março. O activista garante que não sai em cisão com a direcção do organismo, mas espera que a coesão do mesmo tenha por base os mesmos ideais políticos e não interesses colectivos.

 

No Hoje Macau, a manchete diz-nos que o seguro morreu de velho. O tema é mesmo a área da construção e a referência deve-se ao facto de os regulamentos complementares ainda estarem por fazer. Apesar do regime de qualificações relacionadas com a construção urbana ter entrado em vigor em 2015, o diploma que viria a regular a responsabilidade civil do regime ainda não viu a luz do dia.

 

No Jornal Tribuna de Macau, o destaque vai para Jason Chao e o anunciado abandono da Associação Novo Macau. Com direito a fotografia está um prédio, um dos mais de dez em São Lázaro que estão em risco de ruir. 

 

Hoje, sexta-feira, é dia de semanários. O Clarim tem uma entrevista com António Nobre, ex-ajudante de campo do Governador Almeida e Costa, onde diz: “Não estou surpreendido com o desenvolvimento de Macau”.

 

Ainda tempo para o Jornal Plataforma, que diz haver um "Negócio por Montar". "Faltam recursos humanos qualificados e legislação actualizada. Muito trabalho pela frente para uma maior especialização dos serviços financeiros de Macau".

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times chama para a primeira o tema do assassinato de Kim Jong Nam. É revelado que a polícia da Malásia não tem procurado ajuda das autoridades de Macau na investigação.

 

O Business Daily escreve, em manchete, sobre a estabilização da economia, sublinhando o final de ano esplêndido, pese embora a queda no geral.

 

O Macau Post Daily conta na primeira com as 3 empregadas domésticas vietnamitas que operavam a rede ilegal de comunicações. O diário vai mais longe e refere que a investigação da Polícia Judiciária concluiu que existiam oito estações a operar em Macau com estes fins.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post continua com o tema Donald Tsang. Depois de se confirmar que o antigo chefe do executivo de Hong Kong vai cumprir 20 meses de prisão, sabe-se agora que ficará encarcerado em Stanley Prison, o mesmo complexo onde se encontra Rafael Hui, antigo braço direito de Tsang.

 

O China Daily dá grande destaque ao desporto. Yao Ming, antiga estrela da NBA e recentemente indicado como presidente da Associação Chinesa de Basquetebol, colocou a reforma das competições internas como grande prioridade.

 

E por fim, o The Standard, que fala dos novos dados do assassinato de Kim Jon Nam. Citando as autoridades da Coreia do Norte, que após dez dias de silêncio, declararam que o meio-irmão do líder Kim Jon-un faleceu de ataque cardíaco.