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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 20/01/2017

Promessas de Chui Sai On, património e tomada de posse de Donald Trump são alguns temas em destaque nesta sexta-feira, dia 20 de Janeiro de 2017.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O jornal Ou Mun dedica o maior destaque a um encontro do Chefe do Executivo com directores de cinco escolas da zona norte e dois deputados. Chui Sai On garantiu que o terreno do canídromo não terá jogo nem casas.

 

No Va Kio, o título principal faz-se com a aprovação da lista do património – nove edifícios e monumentos foram classificados, e de fora ficou o nº1 da Rua da Barca, um edifício centenário.

 

Canal em chinês da Rádio Macau

 

Na Ou Mun Tin Toi, esta manhã está em destaque a informação de que haverá novas regras para capacetes em meados de Junho.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Labirintos do desencanto”, lê-se na manchete do Hoje Macau, que destaca, assim, uma entrevista com o artista plástico José Drummond. Outro título desta primeira página: “Caso Ho Chio Meng – Conta-me histórias do que não vi”.

 

O Jornal Tribuna de Macau tem no título principal uma declaração de Ding Tian, novo secretário-geral adjunto do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa: “Fórum é uma ‘ponte especial’”. Depois, o jornal destaca que “prédio na Rua da Barca não entra no Património”.

 

O semanário católico O Clarim destaca que o “presidente do governo regional da Madeira poderá visitar Macau” – “’stopover’ a caminho da Austrália” é o título principal desta edição, que traz ainda o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, “entre Camilo Pessanha e o ‘Silêncio’ de Martin Scorsese”.

 

“Crescimento optimista”, diz a manchete do semanário bilingue, português e chinês, Plataforma. O jornal escreve que “a guerra comercial é improvável” e que “as duas maiores potências do mundo preparam estímulos fiscais para alavancar a economia”. Depois o jornal destaca “lobby jurista” – “Vong Hin Fai, presidente da recém-criada Associação de Agentes da Área Jurídica de Macau, quer negociar novas leis com o Governo”.

 

O maior destaque do Ponto Final vai para a Justiça e para “cartas na manga”, o título principal: “Ho Chio Meng voltou a fazer declarações polémicas no Tribunal de Última Instância. O antigo procurador disse que recebeu uma carta a denunciar o mesmo tipo de práticas pelas quais está a ser julgado”. Depois, os direitos dos animais: “associações querem punição exemplar para agente da PJ” que foi filmado a agredir um cão.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily escreve no título principal “mão amiga”: “O valor dos subsídios concedidos às empresas locais aumentou significativamente no ano passado”. Também em foco está o julgamento de Ho Chio Meng: “O caso de corrupção contra o ex-procurador atingiu novas alturas” com a descrição das instalações no edifício do Ministério Público, “saunas, mesas de massagem e outros equipamentos luxuosos”.

 

O caso contra Ho Chio Meng também está em foco na primeira do Macau Daily Times: “Testemunha alega ter descoberto ‘sala de vícios’ secreta”, mas nesta primeira página o título principal do informa que “Trump vai tomar posse entre protestos”.

 

No Macau Post, o tema dominante diz respeito ao Governo que “classifica mais nove itens do património”, mas uma das propostas “falhou em obter consenso”. O jornal destaca, ainda, um estudo: “extinção ameaça 60 por cento dos primatas”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily destaca na manchete declarações do Ministério do Comércio chinês: na véspera da tomada de posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Governo Central afirma que os laços comerciais entre Pequim e Washington são “inabaláveis”.

 

No South China Morning Post, o maior foco é apontado a John Tsang: o ex-secretário para as Finanças anunciou a intenção de se candidatar a Chefe do Executivo de Hong Kong e diz ter “o remédio para os males do território”.

 

O jornal The Standard também destaca o mesmo assunto, realçando três palavras que emergem do discurso de Tsang: “unidade, confiança e esperança”.