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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (quarta-feira)
Quarta, 18/01/2017

A imprensa de Macau em língua chinesa divide as atenções entre os pandas bebés e as declarações do secretário para a Economia e Finanças sobre o jogo, enquanto os jornais de língua portuguesa optam por destacar o voto de pesar a Mário Soares, eleições em Hong Kong, os jovens recenseados e o mercado imobiliário.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

No jornal Ou Mun, a notícia principal diz respeito aos pandas bebés Jian Jian e Kang Kang que vão poder receber visitas do público entre 27 de Janeiro e 12 de Fevereiro no Parque de Seac Pai Van.

 

No Va Kio, dominam as declarações do secretário para a Economia e Finanças, Lionel Leong, que falou ontem aos jornalistas sobre o jogo e as futuras licenças. O governante diz que serão pesados diversos factores, mas o mais importante é que Macau se transforme num centro mundial de turismo.

 

Canal em chinês da Rádio Macau

 

Na Ou Mun Tin Toi, está em destaque esta manhã o número de passageiros nos autocarros públicos – 200 milhões em 2016, mais 10 milhões do que em 2015.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

As eleições em Hong Kong para o Chefe do Executivo dominam a primeira página do Hoje Macau: “Os dias da corrida – Os candidatos vão-se perfilando para suceder ao actual líder, CY Leung, que assiste a demissões sucessivas no seu governo. Prognósticos só no final?” Depois, o jornal destaca também Mário Soares e um voto de pesar na Assembleia Legislativa: “O peso do pesar”.

 

“Jovens representam 60 por cento dos novos eleitores”, lemos na manchete do Jornal Tribuna de Macau: “Das mais de 25 mil novas inscrições de pessoas singulares no recenseamento eleitoral, cerca de 15 mil envolvem residentes com idades compreendidas entre 17 e 34 anos, representando quase 60 por cento do total”. O segundo maior foco desta primeira página é apontado ao facto de estarem “projectados aterros para ampliar aeroporto”.

 

O Ponto Final destaca no principal tema desta primeira página a habitação: “Imobiliário ganha fôlego”, escreve o jornal, fazendo referência ao número de fracções vendidas que aumentou “substancialmente” em Dezembro. Depois, o Ponto Final traz também “Soares, entre a homenagem e o esquecimento”, a propósito de um voto de pesar na Assembleia Legislativa.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily destaca a “plataforma que não é eficaz” – é assim Macau vista por representantes da comunidade empresarial brasileira, que falam numa relação “fria” com o Fórum Macau, “sobretudo depois de Rita Santos, antiga secretária-geral adjunta, ter abandonado a instituição em 2015”. Também em foco nesta primeira está o aumento dos preços no imobiliário no último mês de 2016.

 

“Jogo VIP recupera depois de 2 anos de descidas”, lê-se no título principal do Macau Daily Times, que ainda destaca o presidente chinês: “Xi Jinping assume protagonismo em Davos, enquanto os Estados Unidos fazem transição”.

 

No Macau Post Daily é igualmente Xi Jinping que capta as atenções: presidente chinês diz no Fórum Económico Mundial de Davos que “ninguém vai vencer a guerra comercial”. No outro grande destaque desta primeira página, o jornal refere que “Xi Jinping apela a esforços conjuntos na construção de laços estáveis entre a China e os Estados Unidos”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily, o jornal oficial chinês em língua inglesa, destaca a defesa da globalização feita por Xi Jinping no Fórum Económico Mundial de Davos – o presidente chinês afirmou que a abertura das economias pode resolver os problemas globais.

 

O mesmo foco surge também em destaque na primeira do South China Morning Post, onde o título principal refere que “o comércio global não pode ser culpado pelos problemas do mundo”.

 

No jornal The Standard, o tema principal é a vitória, na Justiça, do deputado Leung Kwok-hung, mais conhecido por “Long Hair (Cabelo Comprido)”.

 

O Tribunal Superior deu-lhe razão, depois de ter argumentado, num recurso, que era discriminatório e contra a Lei Básica as prisões cortarem o cabelo aos prisioneiros masculinos, já que não fazem o mesmo às mulheres.

 

Leung queixou-se depois de lhe ter sido cortado o cabelo na prisão contra a sua vontade, em 2014, quando cumpriu pena por distúrbios no Conselho Legislativo.