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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (segunda-feira)
Segunda, 28/11/2016

O Encontro das Comunidades Macaenses em Macau e morte do antigo presidente cubano, Fidel Castro, são temas em destaque na imprensa da região.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun escreve na primeira página que a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) vai colocar em circulação mais autocarros durante as horas de ponta e vai ainda renovar a concessão às três empresas.

 

O Va Kio destaca também a DSAT, mas no que concerne às declarações do director do organismo que anuncia concursos públicos para os auto-silos.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM coloca em foco, esta manhã, a conversa no programa Fórum, onde participaram representantes da Polícia de Segurança Pública.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O título do Hoje Macau é feito a propósito da morte do antigo líder cubano: “Fidel até ao fim”. Uma das chamadas de capa é feita com a Associação de Pais da Escola Portuguesa de Macau: “a pressão que mora ao lado”. Sobre o evento “this is my city”, o jornal escreve “Macau, cidade ocupada”.

 

No Jornal Tribuna de Macau a primeira página é quase toda dedicada ao início do encontro dos macaenses: “reviver macau” é a manchete, acompanhada da fotografia de uma visita dos participantes nas ruas da cidade. “Na morte de Fidel castro” é outro dos títulos em referência à análise de Francisco José Leandro.

 

O Ponto Final entrega o destaque da edição ao Encontro das Comunidades Macaenses que, ao longo desta semana, reúne quase milhar e meio de filhos da terra em Macau. No diário surge também, em rodapé, uma chamada para uma entrevista com James Frankel, que participou no ciclo de debates do Fórum Luso-Asiático este fim-de-semana.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily titula “aposta nas ervas” por causa do investimento da empresa Macau Investment Development, detida pelo Governo, de 1,7 mil milhões de dólares em Guangdong. Há também uma fotografia da advogada Manuela António, na primeira, por causa da criação do Instituto de Governança Corporativa.

 

O Macau Daily Times diz que a “Anima abre abrigo de gatos e pede fiscalização pelo microchip”. A manchete é feita com a diáspora macaense: “arranca o encontro da comunidade global”.

 

No Macau Post Daily lê-se que o director da DSAT “promete abrir concursos públicos para parques de estacionamento” – Kelvin Lam quer tornar os contratos de longo-prazo. O jornal faz referência ainda ao início de atribuição de facilidades, por Taiwan, aos residentes de Macau com passaporte português.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily realça que a “China perdeu um ‘grande’ amigo”, a propósito da morte de Fidel Castro. O jornal oficial chinês escreve ainda que Xi Jinping “elogiou” o antigo líder de Cuba, “uma pessoa adorada pelo povo chinês”. Outro título diz que “clero é exortado a liderar batalha contra a propagação do extremismo”, em Xinjiang.

 

O South China Morning Post publica uma fotolegenda sobre o festival de música Clockenflap que terminou ontem em Hong Kong. A manchete é feita com política: “mão dura para evitar que localistas prejudiquem Hong Kong”, um apelo do magnata Chen Hongtian, que representa empresários da China e da região vizinha.

 

A primeira do Standard é feita quase exclusivamente de publicidade, havendo, no entanto, uma breve chamada para uma conversa com o líder de uma seguradora norte-americana sedeada em Hong Kong, acerca da influência negativa da vitória de Donald Trump.