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Ensino especial “pouco sólido” e com falta de professores
Segunda, 21/11/2016

O cenário é traçado por Chan Hon, da Associação de Educação: o ensino especial “tem uma base pouco sólida”. Os salários dos professores são baixos, faltam especialistas e apoios para os alunos.

 

“É necessário formar docentes licenciados nesta área. Além disso, a remuneração e os benefícios dos professores de recurso são equiparáveis aos dos directores de turma e dos responsáveis de uma disciplina, por isso é difícil reter os talentos”, afirmou hoje Chan Hon, na intervenção antes da ordem do dia, na Assembleia Legislativa.

 

A deputada defende um aumento dos subsídios para docentes e associações de serviços social ligadas ao sector. Entende ainda que o ensino especial deve passar a ser uma disciplina obrigatória na formação de professores.

 

Já Angela Leong pressionou o Governo a avançar com alterações ao regime técnico-profissional. A deputada, do sector do jogo, diz que falta confiança aos estudantes e aos encarregados de educação para optarem por esta via de ensino: os cursos estão “desactualizados” e “não são reconhecidos”.

 

Também Tommy Lau quer dar confiança aos alunos de Macau. Mas por outros motivos. O Ministério da Educação Chinês está a sugerir a criação de turmas exclusivas para os estudantes de Macau, que estão nas universidades chinesas.

 

O deputado está contra: “Não me parece que seja favorável para a sua integração cultural (...). A intenção é boa, mas um pai, às vezes, tem de ser severo pois a ajuda excessiva pode levar ao enfraquecimento dos jovens no seu crescimento”. “Acredito que os estudantes têm capacidade suficiente para enfrentar desafios diferentes, e que não necessitam da ajuda dos pais”. 

 

O Governo, pede o deputado, deve entrar em contacto com Pequim e negociar ajustes na gestão dos alunos de Macau que estudam na China.