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Motos: Michael Rutter admite voltar para o ano
Sábado, 19/11/2016

Ainda não foi desta que Michael Rutter conseguiu a nona vitória no Grande Prémio de Motos. Este é um título que o piloto procura conquistar desde 2012 - mas admite voltar a tentar no próximo ano.

 

“Gostaria de parar o relógio da idade e voltar atrás 20 anos”, diz, ao mesmo tempo que antecipa um regresso “numa forma diferente”. “A Batham/SMT tem sido uma equipa brilhante. Temos feito boas corridas, conseguimos o pódio nas últimas quatro provas. Acho que temos feito um bom trabalho”, remata o piloto de 44 anos.

 

Michael Rutter conseguiu o segundo lugar. A luta foi renhida, mas o britânico diz ter feito o possível para conseguir um melhor resultado: “Sempre que alguém passava por mim, eu não o largava da mão. Obviamente, o Peter [Hickman] conseguiu passar e pensei: ‘Tenho de fazer uma boa corrida”. Rutter reconhece que o vencedor “teve, ligeiramente, uma melhor condução” e que, a dada altura, tornou-se “demasiado arriscado” tentar uma ultrapassagem. 

 

O terceiro lugar foi para Martin Jessopp, que no ano passado ficou em segundo. Apesar da descida no pódio, o piloto britânico ficou satisfeito com o desempenho durante a prova – ainda que tenha feito a curva do Lisboa em ponto morto. “Houve um pequeno erro que saiu caro. Nem foi um erro da minha parte. Tivemos um pequeno problema com a caixa de velocidade e perdi muito tempo para chegar à curva”, conta. 

 

Apesar do contratempo, Jessopp mostra-se satisfeito com o desempenho: “No ano passado, fiquei bastante desiludido por não ter ganho. Este ano, fiquei em terceiro. É um lugar pior, mas dei tudo o que tinha. Fomos competitivos”, frisa. “Estava a pensar que fiquei a meio segundo da vitória”, sublinha.   . 

 

O português André Pires ficou na posição 19, um resultado que agradou. “Estou muito contente. Consegui manter um bom ritmo, apesar de ter arrancado muito mal”, admite o piloto, recordando que, “mais uma vez, na primeira curva, estava em último”, tendo conseguido recuperar.

 

André Pires afirma ter conseguido cumprir o objectivo que traçou para esta quarta participação no Grande Prémio de Macau. Para o piloto, este ano a prova foi “mais competitiva”. “Acho que seleccionaram bem os pilotos e, sem dúvida, fizeram uma armada muito forte”. E ressalva: “Para mim, é um hobby; não é corrida”. A vitória “chegar ao fim”.