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Wynn e Adelson angariam dinheiro para posse de Trump
Quarta, 16/11/2016

Steve Wynn e Sheldon Adelson vão fazer parte do Comité da Tomada de Posse Presidencial de Donald Trump, o organismo que planeia e coordena os eventos oficiais relacionados com a instalação do presidente-eleito na Casa Branca, no início do próximo ano.

 

Os dois magnatas dos casinos vão ficar responsáveis por angariar os milhões necessários às cerimónias.

 

Segundo a imprensa norte-americana, Steve Wynn, Sheldon e Miriam Adelson foram nomeados “vice-presidentes de finanças” no comité responsável por organizar os eventos oficiais e as actividades relacionadas com a tomada de posse de Donald Trump e de Mike Pence, o vice-presidente-eleito dos Estados Unidos, no próximo dia 20 de Janeiro.

 

Steve Wynn é o administrador executivo da Wynn Resorts e Sheldon Adelson é o presidente e administrador executivo da Las Vegas Sands Corp.

 

De acordo com o Las Vegas Review Journal, entre os 20 membros do comité há “vários proeminentes executivos da indústria dos casinos de Las Vegas”.

 

O magnata Tom Barrack, ligado à banca de investimento, preside ao comité de tomada de posse, que inclui ainda vários milionários que contribuíram para a campanha republicana.

 

Sheldon Adelson terá sido um dos mais generosos.

 

Em Maio, surgiu a notícia de que o magnata estava preparado para contribuir com cerca de 100 milhões de dólares para a campanha de Donald Trump, mas terá mudado de ideias devido à retórica do candidato.

 

Adelson e a mulher acabaram por entregar mais de 40 milhões a grupos de apoio a candidatos republicanos ao congresso e, já nas últimas semanas de campanha, contribuíram com, pelo menos, 25 milhões para o candidato presidencial Trump.

 

O Las Vegas Review Journal, detido pela família Adelson, foi um dos poucos jornais dos Estados Unidos a apoiar a candidatura de Donald Trump.

 

Quanto a Steve Wynn, o milionário manteve-se publicamente neutro no que toca ao apoio a candidatos na corrida à casa Branca.

 

Em Agosto, Wynn afirmou que era amigo pessoal de Trump e da democrata Hillary Clinton, recusando revelar se apoiava algum dos dois candidatos presidenciais.

 

O jornal USA Today recorda que, em 2009, o comité da tomada de posse de Barack Obama angariou 53 milhões de dólares, sendo ainda desconhecido o orçamento de Trump.