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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 07/11/2016

As eleições nos Estados Unidos e as manifestações em Hong Kong por causa da interpretação de Pequim sobre os juramentos dos deputados para o Conselho Legislativo são temas em destaque na imprensa de Macau e nos jornais de Hong Kong.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá conta de um inquérito a jovens feito pela União Geral das Associações de Moradores de Macau. Os Kaifong destacam a conclusão de que os mais novos identificam o trânsito como o maior problema do território. Os jovens dizem que esse problema já é mais grave do que a compra de casas.  

 

O Va Kio coloca em foco, esta manhã, o programa Fórum, no qual se falou dos planos do Executivo para a simplificação dos procedimentos administrativos e para o Governo Electrónico.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM coloca em foco, esta manhã, o programa Fórum, onde participaram o director dos Serviços de Economia e o presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau. Os responsáveis falaram sobre o novo plano do Governo para apoio às Pequenas e Médias Empresas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O título do Hoje Macau remete para as presidenciais norte-americanas “o dia da dependência”. Sobre as críticas do Comissariado Contra a Corrupção à Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, este diário diz que “secretário arruma o assunto”. Noutro chamada de capa, lê-se ainda “Eng. Novais Ferreira – 1922-2016”.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve em manchete que “Parisian faz crescer mercado da Sands”. Na fotografia, destaque para a “adesão portuguesa ao Bazar da Caritas”. Ainda nesta edição, em grande plano está uma entrevista a Hugo Bandeira que lamenta não haver “recursos humanos para dar vazão aos hotéis”.

 

O Ponto Final diz que Donald Trump, o candidato republicano à Casa Branca, quis ser um dos concessionários do jogo. E estava disposto a trazer para Macau o concurso Miss Universo. Mas a fragilidade do projecto e a má fama de Atlantic City, onde construiu o seu império, levaram o Governo de Edmund Ho a ignorar as suas pretensões. Destaque também para Hong Kong: “uma cidade à beira de um ataque de nervos”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

A manchete do Business Daily diz “céu zul” a propósito do crescimento do negócio da aviação em Macau. É pelo menos o que afirma o presidente da Autoridade de Aviação Civil, Simon Chan. Em foco neste jornal económico também uma entrevista à presidente da Casa de Portugal, Amélia António.

 

O Macau Daily Times titula “milhares protestam em Hong Kong contra intervenção de Pequim”. A fotografia e o título em rodapé remetem para o Bazar da Caritas que “deve ultrapassar a meta de oito milhões de patacas em donativos”.

 

O Macau Post escreve “Fórum da TDM realça a importância da defesa das vítimas de violência doméstica”. A nova lei está em vigor há um mês. Noutro título, este matutino indica que um livro conclui que Hillary Clinton e Francois Hollande partilham sangue real.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily coloca em destaque as palavras do director do Gabinete de Ligação do Governo Central em Hong Kong, Zhang Xiaoming, que afirmou que “Pequim não vai permitir separatistas no Conselho Legislativo”. Este jornal oficial chinês acrescenta que interpretação da Lei Básica “deverá solucionar impasse político”. Na primeira, a fotografia faz referência à manifestação “de apoio” à intervenção de Pequim.

 

No South China Morning Post as atenções viram-se para a manifestação contra a intervenção de Pequim. Na manchete lê-se “polícia usou gás pimenta contra multidão em contenda por causa de juramentos”. Os momentos de tensão à porta do Gabinete de Ligação vêm na sequência da decisão da Assembleia Popular Nacional de interpretar a Lei Básica de forma a excluir dois deputados pró-independência.

 

O Standard também realça o facto de a polícia ter recorrido ao gás pimenta contra os manifestantes. “Momentos caóticos na véspera da interpretação de Pequim”, escreve ainda o jornal que cita também Zhang Xiaoming: “defensores da independência não podem ser deputados”.