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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 04/11/2016

Esta sexta-feira os jornais fazem manchetes com temas bastante diferentes, que abrangem a lei da adopção, os terrenos do Pearl Horizon e ainda o Festival Internacional Circense da China. Em Hong Kong, a polémica do juramento de deputados continua a preencher as primeiras páginas dos matutinos.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O jornal Ou Mun diz que Macau vai receber em Dezembro o Festival Internacional Circense da China. Vão ser disponibilizados 4 mil bilhetes, mas o público em geral só pode adquirir mil. Os restantes bilhetes vão ser distribuídos por escolas e por organizações de cariz social.

 

O Va Kio vira atenções para Pequim, onde está o Chefe do Executivo para discutir as políticas de gestão das áreas marítimas atribuídas a Macau. Chui Sai On visitou ontem os ministérios do Transporte e dos Recursos Marítimos, assim como a Administração Estatal Oceânica da China.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM coloca em foco, esta manhã, o programa Fórum, onde participaram o director dos Serviços de Economia e o presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau. Os responsáveis falaram sobre o novo plano do Governo para apoio às Pequenas e Médias Empresas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Frágil destino” é o título do Hoje Macau para uma reportagem sobre adopção. O jornal diz que, ao contrário de Hong Kong onde não existem restrições legais sobre a idade de quem quer dar uma criança para adopção, Macau mantém uma legislação sinuosa que condiciona o futuro daqueles que mais têm a perder. Ainda espaço para o Sporting de Macau e o “adeus” da direcção.

 

A manchete do Jornal Tribuna de Macau diz “língua portuguesa atrai centenas para 20 vagas”. A segunda edição do Programa de Aprendizagem de Tra­dução e Interpretação das Línguas Chinesa e Portuguesa traduziu-se num evidente sucesso, com 287 pessoas a can­didatarem-se. Em destaque fotográfico lê-se “PME poderão ter ‘segundo apoio’”.  

 

O Clarim diz que é “tempo de sarar as feridas”, a propósito dos 500 anos da reforma protestante. Ainda na primeira, o semanário realça que Francisco Lio é o novo director do Centro Diocesano dos Meios de Comunicação Social: “mais rádio, mais televisão e um museu”.

 

A Plataforma faz grande destaque com o novo director do Departamento de Português da Universidade de Macau. Yao Jingming conta os planos para optimizar o ensino da língua de Camões, incluindo um novo plano de leitura. “China Americana” é outro título, escrevendo este semanário que o país asiático foi “arma de arremesso durante a campanha eleitoral norte-americana”.

 

O Ponto Final escreve que o TUI negou o pedido de suspensão da reversão imediata dos terrenos do Pearl Horizon que tinha sido formulado pela Polytec. Já é certo que a construtora não vai manter os terrenos até ao final do processo para a prorrogação do prazo de concessão dos lotes do empreendimento, que decorre no Tribunal de Segunda Instância. Sobre a Calçada do Gaio, este diário diz que “activistas metem Unesco ao barulho”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

A manchete do Business Daily destaca os resultados financeiros da Wynn Macau e da Melco Crown. Esta última operadora conseguiu um bom desempenho graças ao “sucesso do Studio City e o negócio nas Filipinas”. Já a Wynn teve resultados “abaixo das expectativas”. Este diário económico vira ainda atenções para o secretário para a Economia e Finanças, Lionel Leong, que está “confiante” de que este ano vai ser atingida a meta para as receitas totais do jogo.

 

O Macau Daily Times vira atenções para a Academia da Air Macau: “primeiros dez cadetes locais estão a treinar em França”. O rodapé, acompanhado de uma fotografia, dá conta do arranque da Feira Internacional de Importações e Exportações de Iates de Macau.

 

O Macau Post escreve em manchete que “deputados querem que o Governo clarifique o diploma da nova lei eleitoral”. Em causa as regras para apoiantes das listas. Noutra notícia, o jornal realça que o Governo baniu a venda e importação de caranguejos de duas empresas de aquacultura.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily diz em título que a China lançou um novo “foguete gigante para o espaço”, denominado Long March 5. No destaque fotográfico está o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, que “promove banco da Organização para a Cooperação de Xangai e o comércio livre”.

 

No South China Morning Post a fotografia é do foguete Long March 5 a descolar – este veículo espacial pode ser equiparado a qualquer um actualmente utilizado pelos Estados Unidos. A manchete está relacionada com a polémica em torno dos juramentos inválidos de dois deputados. O Governo diz não saber se Pequim vai fazer uma interpretação da Lei Básica.

 

O Standard destaca na edição de hoje também a notícia de que o Governo de Hong Kong não pediu a Pequim uma interpretação da Lei Básica por causa do juramento dos deputados para ocuparem os lugares no Conselho Legislativo.