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AACM suspende licenças a dois tripulantes da Air Macau
Quarta, 21/12/2011
A Autoridade de Aviação Civil de Macau (AACM) decidiu suspender as licenças de dois membros da tripulação da Air Macau, por um período de seis meses. Em causa está o voo CCA101, realizado no dia 1 de Outubro, entre Pequim e Hong Kong, em regime de “wet-lease” - o avião e a tripulação eram da Air Macau, mas o voo era da Air China. O aparelho descolou da capital chinesa às 08:44 e, entre as 09:21 e as 10:37, os centros de controlo de tráfego aéreo não conseguiram estabelecer contacto com o voo - ou seja, durante mais de uma hora.

O incidente não afectou os passageiros mas a AACM esteve a investigar o caso e anunciou hoje ter concluído que o problema ficou a dever-se à “a negligência dos membros da tripulação, ao não manterem uma efectiva vigilância de rádio”. Num comunicado, a Autoridade diz que “o facto de não terem estabelecido nem monitorizado a frequência de emergência, e a falta de atenção constante à situação durante o voo, foram factores que contribuiram também para o incidente”.

Durante a investigação, a AACM “não detectou quaisquer factores relativos ao equipamento de terra e de comunicação aérea ou às operações de controlo do tráfego aéreo que pudessem ter contribuído para o incidente”. A análise dos factos indicou ainda que “os membros da tripulação se encontravam devidamente licenciados” e que eram “tecnicamente qualificados para operar o voo”. Os respectivos tempos de voo também cumpriam as estipulações do Regulamento de Navegação Aérea de Macau.

Além de revogar a licença de dois membros da tripulação da Air Macau, a AACM enviou 14 recomendações de segurança operacional à companhia aérea de bandeira da RAEM, “para evitar ocorrências semelhantes no futuro”.