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Farmácia Popular "substitui" Cartório Notarial
Sexta, 23/09/2016

A Farmácia Popular vai ocupar o espaço até aqui utilizado pelo primeiro cartório notarial, no edifício da Santa Casa da Misericórdia, no Largo do Senado.

 

A decisão foi tomada esta manhã e o contrato entre a Irmandade e o Grupo Popular, proprietário da Farmácia Popular, deverá ser assinado em breve.

 

Em declarações ao Canal Macau, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia, António José de Freitas, avançou que a Farmácia pretende ampliar as instalações que já tem no edifício ao lado.  Até aqui a Santa Casa recebia um milhão e 200 mil patacas de renda mensal, mas o novo inquilino vai pagar menos: são 700 mil patacas por mês por um período de dez anos.

 

Segundo António José de Freitas a renda será ajustada todos os anos de acordo com o índice de inflação. No entanto, o novo arrendatário não terá que pagar renda nos primeiros três meses. O acordo inclui uma componente museológica num projecto que a Santa Casa pretende entregar ao arquitecto Carlos Marreiros.

 

Nas declarações ao Canal Macau, António José Freitas criticou também o Instituto Cultural pelo mau trabalho na preservação do património inscrito na Unesco.

 

O Provedor da Santa casa queixa-se de estar há vários meses à espera de uma resposta a um pedido de apoio para a renovação do edifício da Farmácia Popular e diz também que o edifício da Santa Casa  está num estado vergonhoso.

 

António José de Freitas sugere mesmo ao Secretário com a tutela do património, Alexis Tam, que dê um “puxão de orelhas” ao presidente do Instituto Cultural, Ung Vai Meng.