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Pequim sem tolerância para independentistas no LegCo
Terça, 06/09/2016

O Governo Central diz que não vai tolerar actividades independentistas dos novos deputados em Hong Kong. É a reacção aos resultados das legislativas de domingo, com o Conselho de Estado para os Assuntos de Macau e Hong Kong a assumir uma posição clara: “Opomo-nos decididamente a todas as actividades pró-independência de quaisquer novos deputados, dentro e fora do Conselho Legislativo, e apoiamos o Governo da Região Adminstrativa em punir todos os infractores da lei”.

 

O Conselho de Estado defende que a independência vai contra a Lei Básica e coloca em perigo a soberania e segurança nacional chinesas.

 

Também o Chefe do Executivo, C Y Leung, emitiu um comunicado em que saúda os novos deputados eleitos e reitera a vontade de cooperação do Governo com o novo mandato do Conselho Legislativo.

 

É uma câmara com 30 deputados democratas eleitos. Um número que confere poder de veto a este sector e que assinala a entrada de rompante de localistas e deputados pró-independência, no total 55 por cento dos votos.

 

O partido mais votado foi o DAB (Partido para o Melhoramento e Progresso de Hong Kong ), que conseguiu 12 deputados. Ainda  assim, perdeu um face há  quatro anos.

 

O novo Conselho Legislativo é mais fracturado e pode complicar as reformas políticas e constitucionais alimentadas pelo Governo ao estimular a agenda do Occupy Central – a geração dos guarda-chuvas amarelos que agora entra na assembleia.

Esta manhã, o South China Morning Post olha já para as eleições para Chefe do Executivo no próximo ano. O jornal diz que aumentam as especulações em volta do apoio de Pequim a um candidato alternativo a C Y Leung.