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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 02/09/2016

A mudança de tendência no sector do jogo é um dos assuntos em foco nos jornais de Macau. Em Hong Kong, a imprensa está atenta à mais recente campanha dos activistas pró-independência.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun publica na capa fotografias e textos sobre o regresso às aulas e as dificuldades encontradas no trânsito: a Taipa é neste momento a situação mais problemática, por causa das obras que ainda estão a decorrer.

 

O Va Kio prefere para tema central da edição desta sexta-feira os resultados do jogo do mês de Agosto – um aumento de 1,1 por cento depois de dois anos de quedas consecutivas.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta da resposta do Governo às infiltrações no parque de estacionamento do edifício do Lago, na Taipa: as Obras Públicas dizem-se atentas ao problema.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve que “Governo dá o dito por não dito sobre restaurante português”. No destaque com fotografia, “Santa Casa ‘chocada’ por Cartório Notarial ir para edifício privado”.

 

“O resto é silêncio”, lê-se no Hoje Macau, que publica um texto sobre o cineteatro da vila da Taipa, abandonado há 40 anos e sem um plano para o futuro. “Dúvidas e dívidas”, refere o jornal noutro título da primeira página.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição os números do jogo: “Agosto desfez o enguiço”. As Casas-Museu da Taipa também são assunto para a capa: “Restaurante português na gaveta”.

 

Porque hoje é sexta-feira, está nas bancas o Plataforma Macau, que tem na manchete “Trazer Hong Kong à Lusofonia”. Noutras chamadas à capa, “Metro pode ajudar” e “Incerteza em Cabo Verde”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily conta que em Agosto “acabou a maldição”, numa referência à inversão da tendência de queda nas receitas do jogo. O económico publica ainda uma reportagem sobre o novo Terminal Marítimo do Pac On.

 

Também o Macau Daily Times escolhe como assunto para a manchete os resultados da principal indústria do território, ao dizer que Agosto vai ser um mês para recordar. Noutro título, o matutino conta que Macau é das cidades mais caras para quem faz viagens de negócios.

 

O Macau Post Daily tem a mesma opção editorial em relação às gordas: receitas do jogo crescem 1,1 por cento. O jornal reserva espaço na capa para um texto sobre o recurso interposto por Dilma Rousseff, que não se conforma com a destituição do cargo de Presidente do Brasil.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily está a cimeira do G20, em Hangzhou: o vice-governador do Banco Popular da China diz que o país e outras nações com economias decisivas estão prontos para aumentar a coordenação ao nível das políticas. Na actualidade de Hong Kong, o jornal escolhe as acções ontem levadas a cabo por activistas à porta das escolas, ao escrever que os estabelecimentos de ensino “foram avisados para tomarem medidas em relação a panfletos ‘independentistas’”.

 

O South China Morning Post dá destaque às intenções da bolsa de Hong Kong, que quer explorar formas de encorajar a entrada de “start-ups” e empresas da área da tecnologia, concedendo que há necessidade de flexibilizar as regras actuais para que seja possível competir com Singapura e Nova Iorque no que diz respeito às ofertas públicas iniciais. Noutro texto da primeira página, as acções de três grupos de activistas pró-independência, que ontem estiveram a distribuir panfletos às portas das escolas, no primeiro dia de aulas.

 

Por último, o Standard, que também tem um texto sobre a distribuição de panfletos junto às escolas secundárias. Mas a notícia principal da edição de hoje é sobre o aumento de casos de Zika em Singapura, o que levou as autoridades de Hong Kong a emitirem um alerta.