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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 29/07/2016

A revisão da lei eleitoral para a Assembleia Legislativa , os novos planos de Lisboa para a Escola Portuguesa e a presença de Carminho no Festival Internacional de Música fazem as gordas da imprensa portuguesa

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun faz as contas e soma 100 estradas de Macau que vão estar em obras, ou em construção, no segundo semestre do ano.

 

O Va Kio entrega o destaque à consulta pública para a revisão da lei eleitoral para a Assembleia Legislativa: “Maioria da opinião pública de acordo com o conteúdo e sentido da revisão”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

O Ou Mun Tin Toi tem estado ao longo da manhã a dar espaço à revisão da lei eleitoral para a Assembleia Legislativa. Um dos pontos da proposta diz que uma deputado que decida abandonar funções na legislatura não poderá voltar a candidatar-se.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

O Ponto Final afirma que “Governo de Lisboa quer Macau mais perto de Dilí”, a propósito dos planos para a Escola Portuguesa de Macau. Outro destaque diz que há vacinas em Macau sob suspeita.

 

O Hoje Macau dá voz à deputada que preside à comissão fiscalizadora do Comissariado Contra a Corrupção, “Portas e Travessas” é a manchete. A deputada quer um organismo independente com poder para investigar dentro de portas. O jornal também fala de Carminho no Festival de Música.

 

O Jornal Tribuna de Macau publica, na manchete, as críticas do arquitecto Carlos Couto ao Instituto Cultural: “Cópias do passado são um erro cultural”. Em destaque, surge ainda uma foto de Carminho que vai estar com Adriano Jordão, no Festival de Música.

 

“Sinal de misericórdia” é a manchete do semanário O Clarim em referência às Jornadas Mundiais da Juventude. Outro título, “Mais dinheiro, menos amor familiar”, afirma o padre Daniel Ruiz sobre a zona norte de Macau.

 

O Plataforma publica uma entrevista ao reeleito presidente da Associação Novo Macau, pro-democrata. “Preferia não ter este papel”, diz Scott Chiang que admite perder os deputados históricos Ng Kuok Cheong e Au Kam Sam, nas eleições de 2017.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

“Governo central insta Macau a apoiar a Medicina Tradicional Chinesa” é o que diz, em manchete, o Macau Post Independent. “Brasil prende suspeito de terrorismo”, é outro título.

 

“Pacotes turísticos caíram um quinto” afirma, nas gordas, o Business Daily com os números do turismo de Junho. O jornal publica ainda uma dossier especial – “Uma história de duas cidades”, acerca dos naturais de Macau que voltam em busca de melhores condições de vida, muitos portugueses residentes, aqui há anos, regressam a Portugal abalados pela subida do custo de vida e pela constante quebra na qualidade de vida.

 

No Macau Daily Times a manchete é económica: “Mercado imobiliário paralizado, jogadores começam a voltar”. Em grande plano, a fotografia de uma aplicação: “Uber, Didi tem luz verde na China, partilha de carro vai em frente”. 

 

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

“Hong Kong e Pequim acordam na notificação com base no respeito” é o que diz o South China Morning Post da reunião entre oficiais dos dois lados sobre a notificação de detenções de residentes de Hong Kong no continente. “Violência na Europa afasta chineses”, é outro título.

 

O China Daily publica um sorridente Xi Jinping na capa. Trata-se de uma fotolegenda em que o presidente chinês visita os sobreviventes do sismo de 1976, em Tangshan. A manchete é feita com um assunto de defesa e assuntos militares. “Pequim quer salvaguardar capacidade regional”, diz o título.

 

O The Standard tem a primeira feita de publicidade. Na segunda página o jornal publica uma entrevista a um empresário de Hong Kong.