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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 22/07/2016

Um assunto domina as primeiras páginas da imprensa portuguesa - o ultimato do Governo à empresa que gere o Canídromo para abandonar o local onde opera, em dois anos. Se não o fizer vai ter de fechar portas.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun destaca na primeira página “Canídromo tem dois anos para mudar de lugar”.  É o resultado da reunião de ontem entre a Inspeçção de Jogos e a empresa que explora as corridas de galgos.

 

Também o Va Kio se refere a este assunto. “Governo dá dois anos à Companhia de Corridas de Galgos”. É a manchete com a história que ocupa boa parte da primeira.

 

Canal chinês da Rádio Macau

O Ou Mun Tin Toi tem estado a falar, esta manhã, desta questão dos galgos. Ontem, houve uma reunião entre responsáveis da empresa que explora o Canídromo e a Inspeção de Jogo e, no final, um ultimato – ou muda de local ou fecha em dois anos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

O Hoje Macau publica na primeira página uma fotografia do presidente do Instituto Cultural. “Os edifícios são a alma de uma cidade”, diz Guilherme Ung Vai Meng, em entrevista. 

 

O Jornal Tribuna de Macau escolhe para manchete: “Canídromo tem dois anos para fechar ou mudar de sítio”, mas, na primeira, surge em grande plano uma fotografia do actual Museu do Grande Prémio com remissão para reportagem na página 11.

 

O Ponto Final também faz a manchete com o Canídromo: “Crónica de uma morte anunicada?”, interroga-se o jornal. Em rodapé. “Legislação desactualizada atrasa cidade inteligente”, a propósito dos problemas que Macau enfrenta ainda com as redes de telecomunicações.

 

O semanário católico O Clarim escreve, na manchete, “Cristãos, uni-vos” a propósito do ecumenismo. Há também uma chamada para uma entrevista com o presidente da câmara de Belmonte e aacerca da exposição da carta de achamento do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha.

 

O semanário luso-chinês Plataforma afirma, na manchete, “Macau já não é sexy”. Trata-se de uma entrevista ao analista de mercado Ben Lee que considera que Macau está sem rumo. “Deslocalizar para África é outro título” por causa da intenção da China instalar indústria em África ávida de empregos.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

O Macau Post Independent entrega o destaque da primeira página ao Canídromo. “Governo dá dois anos ao Canídromo para mudar de lugar”.

 

No Business Daily, “Contagem descrescente” para o Canídromo é a gorda do jornal. Na parte inferior da página, “O mais baixo em seis anos” diz em referência ao valor da inflação de Junho.

 

Vira o jornal e toca o mesmo. No Macau Daily Times “Ultimato ao Canídromo” é o título da manchete. Em destaque ainda o jornal diz que Joshua Wong, o jovem activista estudantil líder dos protestos pró-democracia, há dois anos, em Hong Kong, foi considerado culpado num julgamento sobre aquelas manifestações de 2014.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post destaca o assunto do Occupy Central em manchete. “Jovens líderes estudantis do Occupy enfrentam prisão”. Em título também, aviso do presidente do Conselho Legislativo. “Preencham nova candidatura ou não se apresentem às eleições”, a propósito da exigência de declaração a todos os candidatos a deputados que jurem fidelidade a Pequim e à unidade de Hong Kong com a China.

 

O China Daily puxa para a manchete “Tibetanos reunidos para ritual sagrado”, e ao lado no cimo da página “Tóquio encena ameaças para justificar expansionismo militar”, diz um especialista.

 

O The Standard ocupa a primeira página com publicidade mas na página dois surge uma entrevista a um empresário de Hong Kong. É a entrevista de sexta-feira do jornal.