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Estudo: Ensino técnico-profissional é pouco atractivo
Quarta, 06/07/2016

Um estudo realizado pela Academia de Ciências de Educação de Xangai defende que os cursos do ensino técnico e profissional em Macau necessitam de ter mais qualidade e maior ligação à realidade económica local.

 

Com a actual configuração, o modelo de educação técnico-profissional é pouco atractivo, aponta o estudo, que foi encomendado pela Direcção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ).

 

Os Serviços de Educação estão a preparar mudanças no regime de ensino Profissional e na calha estão mudanças no modelo de estágios profissionais para aproximar os cursos do tecido empresarial.

 

Hoje, na conferência de imprensa após o Conselho de Educação para o Ensino Não Superior, os responsáveis da DSEJ apontaram que novo regime deve entrar em consulta pública no final deste ano para que entre em processo legislativo em 2017.

 

Ng Vai Hong, responsável pelo ensino técnico-profissional da DSEJ, apontou que o Governo pretende promover novos cursos na área do ensino técnico-profissional mas reconheceu que as instituições de ensino privadas também têm autonomia na definição dos programas lectivos.

 

“Cursos de criatividade, design de moda, tradução em Português-Chinês, assistência na área da saúde, desporto. São actualmente cursos que estão ligados ao desenvolvimento social de Macau”, apontou.

 

Esta manhã foi também apresentado ao Conselho de Educação a nova versão do Regime Educativo Especial. Este regime vai criar novas classificações para alunos com necessidades especiais, sendo que os apoios às escolas e aos alunos serão atribuídos em função desta classificação.