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DSAJ nega razões económicas para tirar cartório do Senado
Quinta, 16/06/2016

O director dos Serviços dos Assuntos de Justiça, Liu Dexue, nega que a principal razão para transferir o cartório da Santa Casa da Misericórdia de Macau, no Largo do Senado, para a zona norte seja económica. O Governo paga actualmente à instituição de solidariedade social uma renda de 1,2 milhões de patacas por mês.

 

Ao contrário do que alega o Provedor da Santa Casa, Liu Dexue afasta a rescisão do contrato das medidas de austeridade do Governo. “Em primeiro lugar, temos de ponderar a necessidade de serviços na área do notariado público. Na zona centro da cidade já existe o 2º Cartório Notarial público. Distribuímos o nosso serviço de forma mais equilibrada”, distingue. O director da DSAJ sublinha que a maioria da população vive na zona norte da cidade.

 

Apesar de defender que o objectivo principal do Governo não é cortar na despesa pública mas responder à procura, Liu Dexue afasta, para já, a abertura de mais notários públicos. Diz que três são suficientes.

 

O director do DSAJ falava à margem de uma reunião da Assembleia Legislativa sobre a proposta de lei que abre caminho à entrada de mais notários privados em Macau.