Em destaque

18 de Abril de 2019: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9,1616 patacas e 1,1296 dólares norte-americanos.

 

Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 10/06/2016

As comemorações em Macau do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, e a ocorrência de dois acidentes mortais em obras são alguns dos principais na imprensa local.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O jornal Ou Mun dá grande destaque a dois acidentes mortais de trabalho, ocorridos em dois edifícios em construção. As fotografias dos estaleiros de obras e de uma das vítimas ocupam quase toda a primeira página. Um dos trabalhadores morreu depois de ter caído do 14º andar de um centro comercial que está a ser construído na Areia Preta. No segundo caso, o trabalhador morreu electrocutado.

Os dois acidentes fazem também a primeira página do jornal Va Kio, que avança que a Direcção dos Serviços dos Assuntos Laborais já ordenou a suspensão das obras.

 

No canal chinês da Rádio Macau

 

Na Ou Mun Tin Toi, a manhã informativa está a ser preenchida com as declarações do chefe do Departamento de Segurança Alimentar do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais. Cheong Kuai Tat foi o convidado do Fórum Macau e fez saber que há hotéis em casinos que importam alimentos da China sem  passar por qualquer controlo ao nível local.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“No dia do orgulho português”, titula em manchete o Jornal Tribuna de Macau, o secretário de Estado Jorge Gomes traz mensagem de “proximidade”. O diário preparou uma edição especial para assinalar o 10 de Junho e avança ainda com duas notícias. O Governo vai abrir um abrigo para vítumas de violência doméstica e prepara-se para fechar uma escola da Diocese.

 

O Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas faz também a primeira página do Ponto Final. O jornal “tomou o pulso ao viver e ao pensar dos portugueses de Macau”. São “ocupados, mas patriotas”, lê-se em manchete. Noutros títulos, a Associação para o Desenvolvimnto Infantil está “Entre a espada e a parede” e culpa a burocracia do Governo.

 

Já o Hoje Macau sai com uma grande entrevista a António Katchi. O professor e jurista diz que “a maior ameaça à liberdade de expressão está para vir”. Margarida Moz, directora da Portugal Film, está também em destaque e fala da mostra de cinema português, agendada para este fim-de-semana na Cinemateca Paixão.

 

No semanário Plataforma a primeira página é dedicada à Administração Pública. “Modernizar é preciso”, lê-se em manchete. O jornal fala numa “orgânica passadista” e em “críticas ao atendimento” nos serviços públicos.


N’O Clarim, as relações entre “o Presidente e o Patriarca”. O semanário católico vira-se para a Rússia e analisa o “Estado e Igreja no combate ao secularismo”. O 10 de Junho e a “Portugalidade vista de Macau” estão também em destaque.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

“Preços incomportáveis”, escreve no principal título o Business Daily, que ilustra a notícia com a imagem de um mercado municipal. O jornal constata que Macau é hoje a 12ª cidade mais cara da região Ásia Pacífico. Ainda na primeira, o projecto de expansão dos aeroportos de Hong Kong e Shenzhen. Do lado de Macau, não há novidades.

 

Devido ao feriado de ontem, o Macau Daily Times e o Macau Post Daily não se publicam hoje.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

No South China Morning Post, as regatas dos Barcos-Dragão fazem a imagem da primeira. O destaque informativo vai, no entanto, para um exclusivo: o jornal apurou que a empresa associada ao colapso do tecto de um edíficio na City University, no mês passado, vai ser processada.

 

As disputas no mar do sul da China estão de volta à primeira do China Daily. O jornal puxa pelas reacções do Ministro da Defesa à oposição do Japão quanto à presença de navios Chineses junto das Ilhas Diaoyu. O ministro afirmou, através da conta oficial no Weibo, que a navegação era legítima. Na foto, o regresso de um herói: o diário dá destaque ao funeral do soldado Shen Liangliang, morto a 31 de Maio, no Mali.

 

O Standard cedeu hoje a capa a um anúncio publicitário. No interior, o jornal informa que há um hospital privado à procura de 500 enfermeiros e oferece salários cinco vez mais altos do que os concorrentes.