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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 26/05/2016

A cooperação entre Macau e a China no combate ao contrabando e a baixa satisfação laboral revelada por um estudo da Federação dos Operários são alguns dos destaques na imprensa de hoje. 

 

Jornais de Macau em língua chinesa

Na primeira página dos jornais Ou Mun e Va Kio está a assinatura dos dois memorandos entre Macau e as autoridades do Continente. Os acordos prevêem o reforço da cooperação no combate ao contrabando e na agilização dos procedimentos alfandegários. As autoridades do Continente entendem que os acordos vão fomentar as relações comerciais entre os dois lados e vão favorecer a diversificação adequada da economia de Macau.

 

Ou Mun Tin Toi

No canal chinês de rádio da TDM está também em destaque o mesmo tema. Depois da assinatura dos memorandos, hoje tem lugar a reunião anual entre as administrações das alfândegas dos dois lados. O encontro conta com a presença do Ministro da Administração-geral das Alfândegas do Governo chinês, Yu Guanghzou.

 

Jornais de Macau em Língua Portuguesa

“Fronteiras convergentes” é a manchete do jornal Ponto Final sobre os memorandos assinados entre Macau e a República Popular da China. O reforço da cooperação entre os serviços de Alfândegas vai permitir reforçar o combate ao contrabando e facilitar a circulação de mercadorias.

 

No jornal Hoje Macau a primeira página é dedicada à situação vivida na Venezuela. “A fome saiu à rua” é a manchete. Perante a maior crise que o país está a viver, o Hoje Macau ouviu testemunhos de venezuelanos que falam numa história de terror vivida no país da América do Sul.

 

“Operários alertam para baixa satisfação laboral” é a manchete do Jornal Tribuna de Macau, que dá conta de um inquérito realizado pela Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM) que concluiu que os trabalhadores apresentam baixos níveis de satisfação em diversas áreas.  

 

Jornais de Macau em Língua Inglesa

“Vendas do comércio a retalho afundam-se”, noticia o jornal Business Daily em manchete: as vendas caíram 11,2 por cento no primeiro trimestre do ano. O outro destaque na primeira página do jornal é a descida no rating de Macau, decidida pela Moody's face à queda das receitas do jogo nos últimos meses.

 

O Macau Daily Times avança que o Canídromo pode ter os dias contados.  Uma fonte governamental disse ao jornal que as dificuldades crescentes para o Canídromo importar galgos são um dos aspectos cruciais a ter em conta na decisão de renovar ou não o contrato de exploração da concessionária.

 

No Macau Post Daily, destaque para o apoio da directora-geral da Organização Mundial de Saúde ao projecto do Governo de Macau para o centro de doenças infecto-contagiosas. A posição foi revelada por uma comunicação do Gabinete do Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O China Daily dá voz ao apelo das autoridades chinesas: “A nova líder de Taiwan tem de clarificar posições”, é a manchete do jornal oficial chinês. Em causa o chamado consenso de 1992 sobre a existência de uma única China. Pequim tem pressionado a nova presidente da Formosa pelo facto de Tsai Ing-wen ainda não ter publicamente declarado apoio ao princípio de uma só China, renunciado a ambições independentistas.

 

O South China Morning Post vira atenções para a nova legislação que está a ser promovida por Pequim para combater a concorrência desleal. Os subornos nos negócios é uma das práticas que será visada pela nova legislação. Na imagem de primeira, as ginastas chinesas que vão participar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro: têm entre 15 e 20 anos e muitas vão participar pela primeira vez na competição.

 

“Somos os maiores escravos do trabalho no mundo”, é a manchete do Standard. Um estudo do banco suíço UBS revela que Hong Kong é o local no mundo onde se trabalha mais: 50.11 horas semanais, seguido da cidade indonésia de Jacarta com 43.78 horas semanais. A cidade onde menos se trabalha é Paris com 30.84 horas semanais.