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Macau faz a ponte para financiamento de infra-estruturas
Quarta, 25/05/2016

O mercado de infra-estruturas terá um défice de financiamento de mil a dois mil milhões de dólares em 2030. As previsões são Centro Global de Infra-estruturas do G20 e foram esta manhã divulgadas em Macau por Yu Xiaohong, vice-presidente da Associação de Construtores Internacionais da China.

 

Yu Xiaohong diz que os modelos tradicionais de financiamento “já não satisfazem as necessidades” e defende que “todas as partes” procuram hoje soluções para “aliviar o estrangulamento do financiamento dos projectos”. “Há uma necessidade dos governos, instituições financeiras e prestadoras de serviços internacionais implementarem medidas pragmáticas”, acrescenta.

 

Yu Xiaohong refere-se a bolsas de contacto entre investidores e promotores de grandes projectos, como as que espera ver estabelecidas já no próximo mês em Macau. Entre os dias 2 e 3 de Junho, realiza-se no Cotai Expo do Venetian o 7º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas. O evento é organizado pela Associação de Construtores Internacionais da China e pelo Instituto de Promoção e do Investimento de Macau.

 

Irene Lau, vogal executiva do IPIM, espera resultados melhores do que na edição anterior: “No ano passado, celebrámos 11 acordos e memorandos, dos quais cinco são de empresas locais e três de países de língua portuguesa. Nos últimos anos, o montante de investimento total é elevado”. Quanto? Não disse.

 

Para a edição deste ano, são esperados mais de 1400 participantes e de 600 entidades.

 

A organização destaca ainda a presença de 50 titulares de altos cargos políticos, vindos de 35 países e regiões. Entre os países de língua portuguesa, destaca-se o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Timor-Leste, Gastão de Sousa, e o director geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique, João Machatine. Portugal será representado por dois elementos do Ministério das Finanças.