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Comércio a retalho continua em queda
Quarta, 25/05/2016

O total de negócios ficou-se no primeiro trimestre por 14,73 mil milhões de patacas, o valor mais baixo desde o terceiro trimestre de 2012.

 

Segundos os números divulgados hoje pelos Serviços de Estatística e Censos, o volume de negócios do comércio a retalho diminuiu 11,2 por cento entre Janeiro e Março, em termos anuais, e 5,8 por cento na comparação trimestral.

 

No primeiro trimestre, as descidas mais significativas registaram-se no volume de negócios de automóveis – menos 48,4 por cento em termos anuais.

 

Em valores próximos caiu o volume de negócios de motas e acessórios – menos 44,3 por cento.

 

Na casa dos 20 por cento caíram os volumes de negócios de artigos de comunicação (-22,7 por cento); calçado (-19 por cento) e relógios e joalharia (-18,3 por cento), face ao primeiro trimestre de 2015.

 

Em contrapartida, houve subidas no volume de negócios de: alimentos/doces chineses (+11,1 por cento); produtos cosméticos e de higiene (+8,4 por cento) e vestuário para adultos (+5,6 por cento).

 

Entre Janeiro e Março, o volume de vendas do comércio a retalho diminuiu 8,7 por cento, em termos anuais.

 

Segundo os Serviços de Estatística e Censos, os responsáveis pelos estabelecimentos do comércio a retalho não esperam melhorias em breve, com 55,9 por cento dos retalhistas a preverem descidas em termos anuais no volume de vendas, no segundo trimestre, enquanto 30,8 por cento antevêem que o volume de vendas estabilize, e 13,3 por cento esperam que aumente.

 

Entre os comerciantes inquiridos, 23,2 por cento antevêem diminuições nos preços de vendas, enquanto 10,1 por cento contam com aumentos.