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Seis escritores pedem transladação de Camilo Pessanha
Quarta, 18/05/2016

O vice-reitor da Universidade de Lisboa, António M. Feijó, o administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, Guilherme de Oliveira Martins, o escritor e gestor cultural, António Mega Ferreira, e os escritores Fernando Cabral Martins, Fernando Luís Sampaio e Gastão Cruz são os subscritores de um pedido para a transladação dos restos mortais do poeta Camilo Pessanha de Macau para o Panteão Nacional. A informação foi avançada à Rádio Macau pelo Ministério da Cultura, que indicou ainda que o ministro Luís Filipe Castro Mendes concorda com o pedido.

 

Apesar do parecer favorável do ministro da Cultura, precedido de um parecer também positivo por parte da Direcção Geral do Património Cultural, a decisão final em Portugal cabe à Assembleia da República. O pedido já está a ser discutido pela comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, que, por enquanto, decidiu adiar um parecer até perceber melhor a fundamentação do pedido.

 

O escritor Mário Cláudio não assina a carta, mas há uma nota em que é manifestado o seu apoio à iniciativa que defende a transladação dos restos mortais do autor de Clepsidra de Macau para o Panteão Nacional.

 

Contactado pela Rádio Macau, o Instituto Cultural de Macau respondeu que “actualmente, não recebeu quaisquer informações relevantes”. Já o cônsul-geral de Portugal em Macau recusou falar sobre o assunto.

 

Por sua vez, a família de Camilo Pessanha em Macau recusa a ideia de ver os restos mortais do poeta transladados.