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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 13/05/2016

Os números da toxicodependência em Macau dominam hoje os destaques da imprensa nas línguas chinesa, portuguesa e inglesa. Outros temas passam pelo mercado imobiliário de Hong Kong, a lei do tabaco e as mudanças na propriedade do Beijing Imperial Palace Hotel.

 

Imprensa de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun realça na manchete que aumentou o número de consumidores de droga inscritos no registo central, enquanto o Va Kio foca a duplicação do número de adolescentes com problemas ligados aos estupefacientes.

 

Canal em chinês da Rádio Macau

 

No canal em chinês da Rádio Macau o destaque vai para a notícia de que a Universidade de Jinan, que tem estado no centro das atenções devido a uma doação milionária da Fundação Macau, vai atribuir novas bolsas para os alunos de Macau, Hong Kong e Taiwan, em valores que variam entre os 20 mil e os 50 mil yuan.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Dá-me lume”, escreve, na manchete, o Hoje Macau, a propósito do adiamento da proibição total do tabaco. O jornal explica que “não será nesta sessão legislativa que a proibição total de fumo nos casinos será implementada e muitos duvidam que tal venha alguma vez a acontecer”. Outro título destaca a questão dos LGBTI: “Um mundo à parte?”

 

No Jornal Tribuna de Macau, o título principal informa que “já há mais de 600 toxicodependentes”. Segundo o jornal, das pessoas referenciadas no “Sistema de Registo Central dos Toxicodependentes”, “32,4 por cento têm mais de 40 anos”. No destaque fotográfico, “RAEM brinda à Europa”.

 

“O Clarim” escreve no título principal que “falta um ano para o Centenário das Aparições” de Fátima. Ainda na primeira página do semanário de inspiração católica aparece destacado o título: Quem fiscaliza o Chefe do Executivo?”

 

O semanário bilingue, português e chinês, Plataforma, destaca os 50 anos da Revolução Cultural: “Reinvenção Cultural – Novas gerações seduzidas pela Revolução Cultural. Académicos explicam as semelhanças entre Xi Jinping e Mao Tse-Tung .

 

No Ponto Final, o principal título é “o vício em alta”, uma referência para o facto de que “o consumo de substâncias estupefacientes entre os mais jovens está a aumentar, não obstante o Governo continuar a defender que a repressão tanto do tráfico, como do consumo é a melhor forma de combater o flagelo da droga”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily escreve no título principal "hotel de coração partido" - há transferência de propriedade no Imperial Palace, na Taipa. "A Empresa Hoteleira de Macau - operadora do Beijing Imperial Palace Hotel, anteriormente conhecido como Hotel New Century ' é agora detido pela Voctory Success Holdings Limited".

Outro destaque desta primeira: "Empréstimos comerciais para actividades imobiliárias caíram em Março 68,7 por cento para 3 mil milhões de patacas".

 

No Macau Daily Times, a manchete informa que "o mercado imobiliário de Hong Kong está em queda livre". Depois, há uma grande foto do pato de borracha que flutua junto ao Centro de Ciência: "dúvidas levantadas sobre 6 milhões gastos com pato de borracha".

"Consumo de 'ice' aumenta; mais suspeitos de crimes relacionados com droga de Hong Kong em Macau" - é o que se lê no título principal do Macau Post Daily Independente com base em "dados oficiais".

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily, o jornal oficial chinês em língua inglesa, destaca as novas medidas de protecção ambiental na República Popular, com a introdução de inspecções em todas as províncias levadas a cabo por “equipas verdes”.

 

Na primeira página do China Daily há também foco apontado à actriz chinesa Gong Li, que surge fotografada na passadeira vermelha do Festival de Cinema de Cannes.

 

O título principal do South China Morning Post faz-se com as críticas chinesas à decisão do Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, sobre a contenda marítima que opõe a China às Filipinas. Pequim afirma que o processo foi “orquestrado”, uma acusação que surge a dias de ser conhecida a decisão neste caso aberto por Manila.

 

O South China Morning Post dedica ainda espaço à memória do sismo de Sichuan, em 2008. Fez ontem, dia 12, oito anos que o terramoto com 8 graus de magnitude matou mais de 80 mil pessoas na província chinesa.

 

No jornal The Standard é preciso chegar à página 6 e passar pela publicidade para encontrar a primeira notícia: “Conselho Médico de Hong Kong autoriza os melhores alunos do curso de Medicina da Universidade Chinesa de Hong Kong a licenciarem-se um ano mais cedo”.