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Junho vai ser o "mês de Portugal na RAEM"
Quarta, 11/05/2016

Mais de uma dezena de eventos compõem este ano o programa das comemorações do Dia de Portugal que se alargam a todo o mês de Junho. A ideia é transformar Junho no mês da cultura portuguesa em Macau. O Cônsul-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong,quer assim dar maior visibilidade à cultural portuguesa.

 

“Este ano vamos inovar. Depois de falar com os nossos parceiros, a Casa de Portugal, o IPOR e a Fundação Oriente, entendemos que estávamos em condições este ano não de comemorar o Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas mas de comemorar Junho como o mês de Portugal na RAEM, espero que daqui para o futuro assim fique”, afirmou Vítor Sereno, na conferência de imprensa de apresentação do programa.

 

A ideia vai ser transmitida ao Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura para que possa ser adoptada e apoiada pelo Governo de Macau. No programa deste ano há mais de uma dezena de eventos espalhados entre 1 e 30 de Junho. A abrir o programa uma exposição da pintora de Graça Morais, no Clube Militar, uma das instituições que se associou ao programa deste ano. “Graça Morais – Trás-os-Montes, Terra Mágica" é título da exposição.

 

Os “The Gift” actuam no centro Cultural de Macau a 2 de Junho. Paula Cleto, delegada da Fundação Oriente, justificou a escolha de uma banda que tem parte do repertório em inglês. “Porquê os The Gift? Eu respondo porque não? São uma banda extraordinária e neste momento já não cantam apenas em inglês. Começaram a cantar muitas canções em português e não é pelo facto de terem muitas canções em Inglês que isso lhe tira a portugalidade”, apontou.

 

A banda de Alcobaça fez um desconto no chachet habitual para actuar em Macau. Amélia António, presidente da Casa de Portugal, diz que é cada vez mais difícil arranjar novas bandas portuguesas para actuar em Macau.

 

“Aqueles nomes mais sonantes ou já vieram e vieram há relativamente pouco tempo e não faz muito sentido repetir logo. Ou então há alguns nomes cujos cachets neste momento são impraticáveis para organizações como a nossa”, referiu Amélia António.

 

O Festival de Gastronomia e Vinhos, com a chef Justa Nobre, livros com 50% de desconto na Livraria Portuguesa e uma mostra de cinema com muitos documentários do “Indie Lisboa” são outras iniciativas que fazem parte do programa deste ano.