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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 11/05/2016

A decisão do Conselho do Planeamento Urbanístico de aprovar o projecto da Associação Islâmica para o Ramal dos Mouros e as declarações de Vasco Fong no balanço das actividades do Gabinete de Protecção de Dados Pessoais no ano passado são os grandes destaques da imprensa de hoje.

 

Jornais de Macau em Língua Chinesa

No jornal Va Kio está em manchete o resultado da votação de ontem do Conselho para o Planeamento Urbanístico que aprovou a planta de condições urbanísticas para o Ramal de Mouros. A Associação Islâmica pode assim construir um edifício de habitação até os 127 metros de altura no local.

 

No jornal Ou Mun, aparece em grande destaque Vasco Fong. O coordenador do Gabinete de Protecção de Dados Pessoais alerta que as câmaras de filmar instaladas em veículos podem estar a violar as regras legais caso captem a identidade de pessoas e não apenas as incidências de trânsito.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

No canal chinês da Rádio Macau estão em foco as declarações de Chui Sai On, esta manhã, sobre o donativo à Universidade de Jinan. O Chefe do Executivo garante que nenhuma ilegalidade foi cometida durante este processo. Sobre a manifestação marcada para Domingo contra o donativo, Chui Sai On diz que o Governo respeita a liberdade de expressão da população.

 

Jornais de Macau em Língua Portuguesa

“Torre de 127 metros é legal e razoável” é um dos destaques da primeira página do Jornal Tribuna de Macau, que dá conta da aprovação do projecto da Associação Islâmica no Conselho do Planeamento Urbanístico. O jornal conta em manchete que apenas 180 candidatos foram aprovados para as 1.900 casas económicas que estão a ser atribuídas.

 

“Um ramal nas alturas” é a manchete do Ponto Final sobre o projecto para o Ramal dos Mouros. O jornal refere que o projecto de construção de uma torre residencial com mais de uma centena de metros no Ramal dos Mouros, recebeu o beneplácito do Conselho do Planeamento Urbanístico. Os deputados nomeados pelo Chefe do Executivo, Vong Hin Fai e Ma Chi Seng, que fazem parte da lista dos Panama Papers, é outro dos destaques de primeira: “Vong Hin Fai, Ma Chi Seng e mais trezentos e picos”, refere o jornal.

 

No Hoje Macau “Mouros nas alturas” é a manchete, com o jornal a destacar também a ausência de representantes dos Serviços de Protecção Ambiental na reunião que aprovou o projecto para o Ramal de Mouros. “Revisão adiada” é outro dos destaques do jornal, numa referência às declarações de Vasco Fong sobre a lei de protecção dos dados pessoais.

 

Jornais de Macau em Língua Inglesa

O Macau Post Daily dá destaque às declarações do Presidente da Fundação Macau que adiantou que a Universidade de Jinan se candidatou a um apoio de 292 milhões de renminbis. O responsável da Fundação Macau esteve ontem no canal chinés da Rádio Macau a prestar esclarecimentos sobre o financiamento à Universidade do Interior da China.

 

“O Alfaiate do Panamá” é a manchete do jornal Business Daily, referências aos nomes de Macau que surgiram referenciados no segundo lote de documentos revelados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas. O jornal faz eco também das críticas de Pereira Coutinho à revisão da lei eleitoral da Assembleia Legislativa com o deputado a queixar-se de “perseguição política”.

 

Jornais de Hong Kong em Língua Inglesa

O China Daily faz manchete com a condenação de Pequim às manobras da marinha americana no mar do sul da China. O Governo Central expressou oposição resoluta à patrulha realizada por um navio de guerra americano junto às ilhas Nansha, ilhas artificiais construídas pela China junto ao arquipélago de Spratley, que é reclamado por vários países da região. 

 

O South China Morning Post faz eco de um longo artigo de Xi Jinping publicado no jornal Diário do Povo sobre a estratégia para a economia Chinesa. Neste artigo, o presidente chinês rejeita a ideia de que as reformas do lado da oferta na economia chinesa estejam a seguir o modelo neo-liberal Ocidental. Xi Jinping diz ter sentido necessidade de avançar com as explicações porque vários dirigentes chineses não entenderem o sentido das reformas empreendidas na economia.

 

O Standard destaca as críticas de pais e de escolas em relação à decisão do Governo de Hong Kong em cancelar as aulas devido ao alerta de trovoada. A suspensão das aulas foi conhecida às 7.45 da manhã quando muitos alunos estavam já a caminho da escola. Encarregados de educação e directores de escolas pedem aos serviços de educação para que o cancelamento de aulas sejam decidido até às 6.15 da manhã.