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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 05/05/2016

Alguns nomes de Macau referenciados nos Documentos do Panamá e as opiniões dos deputados sobre o plano quinquenal do Governo são temas que preenchem algumas primeiras páginas na imprensa local. Em Hong Kong, os jornais fazem títulos com temas diferentes, como um caso de fraude em centros de tratamento de beleza ou as suspeitas de espionagem que recaem sobre a empresa chinesa Huawei.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun destaca a ameaça de suicídio de um homem. O cidadão da China ficou 18 horas no 9º andar de um prédio até ser resgatado pelos bombeiros.

 

O Va Kio dá conta que um taxista, que se recusou a ser inspeccionado, acabou por atropelar o funcionário dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, deixando-o inconsciente. O tribunal decidiu que o taxista fica para já em liberdade condicional.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM dá conta, esta manhã, que o instituto de habitação abriu um concurso online para o licenciamento de agências imobiliárias.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Autópsia de um crime anunciado” é o tema em grande plano no Hoje Macau a propósito de Coloane. Em chamadas de capa, sobre o plano quinquenal lê-se “a arte de nada dizer” e sobre os documentos do Panamá “os nomes de Macau”.

 

Em manchete o Jornal Tribuna de Macau escreve “hotéis da RAEM podem ‘fazer mais’ pelo ambiente”.  Ainda em foco uma reportagem feita do Brasil: “São Paulo desafia IPIM para aliança estratégica”. O destaque fotográfico diz “IACM pode retirar isenção da renda aos vendilhões”.

 

O Ponto Final diz “et tu, Susana?”, por causa do nome da antiga presidente da Assembleia Legislativa estar referenciado nos documentos da Mossack Fonseca a que o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação teve acesso. “A doce língua volta a florir” a propósito do facto de o pátua voltar este fim-de-semana a ressuscitar no palco do grande auditório do Centro Cultural de Macau pela mão do Dóçi Papiaçam di Macau.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily diz na manchete que “Melco Crown consolida posição, a propósito de a empresa ter recomprado 155 milhões em acções. Lawrence Ho continua a ser o director-executivo mas passa a ocupar sozinho a presidência. “Tom moderado” é outro título que o jornal económico escolhe para dizer que os indicadores económicos de Abril mostram uma economia chinesa a crescer a ritmos temperados.

 

No Macau Times lê-se “355 mil assinam petição para fechar o Canídromo” – “o mundo está a ver”.  Em rodapé, o Times diz que os documentários atravessam uma boa fase em Macau.

 

O Macau Post titula “deputados arrasam plano quinquenal por falta de conteúdo”, em conclusão da sessão de ontem na Assembleia Legislativa entre Governo e deputados. Noutro título este diário refere que empresa chinesa tratou 2.500 trabalhadores com paella e sangria em Espanha.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily titula “revistos incentivos ao investimento privado”. O destaque fotográfico marca o momento em que a tocha olímpica chegou ao Brasil. Noutro título neste jornal oficial chinês lê-se que “China e Rússia vão realizar os primeiros exercícios militares antí-missil conjuntos”.

 

O South China Morning Post diz que o Canadá se prepara para citar risco de espionagem para “barrar a entrada a dois trabalhadores da Huawei”. O jornal acrescenta que a futura recusa de pedidos na imigração canadiana estará relacionada com suspeitas internacionais não fundamentadas sobre a empresa chinesa de telecomunicações. O South China faz ainda referência a um estudo que concluiu que “poluição aumenta riscos de todos os cancros entre os mais velhos”.

 

O Standard escreve em manchete que foram presas mulheres por causa de uma fraude relacionada com tratamentos para cancro. Onze mulheres de um centro de tratamento de beleza e dois proprietários foram detidos por causa de um esquema que lhes rendeu 5 milhões de dólares de Hong Kong.