Em destaque

25 de Abril de 2019: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9,0449 patacas e 1,1156 dólares norte-americanos.

 

Metro e hospital: plano quinquenal inclui as metas possíveis
Sexta, 29/04/2016

O secretário para os Transportes e Obras Públicas insistiu na importância da existência de planos a cinco ou dez anos para o desenvolvimento de Macau, nomeadamente no que toca à procura de habitação pública. Raimundo do Rosário realçou que o plano quinquenal, dado a conhecer esta terça-feira, é “do Governo de Macau”.

 

Num dos capítulos, o documento confirma o que o edifício do complexo hospitalar das Ilhas só ficará pronto depois de 2019. Até lá, apenas devem ficar concluídas as instalações do Instituto de Enfermagem e as Residências do Pessoal.

 

“Este plano não é de nenhuma tutela é do Governo de Macau. Relativamente ao hospital está dividido em duas fases e a primeira tem seis edifícios. Nós durante a primeira fase e durante estes cinco anos não conseguimos acabar os seis edifícios mas vamos acabar alguns. É precisamente isso que está no plano”, referiu Raimundo do Rosário.

 

Tal como o complexo hospitalar, também os edifícios de Apoio Logístico, de Laboratório Central e de Administração e Multi-serviços só serão finalizados depois de 2019 e “conforme o volume das obras”, lê-se no documento.

 

O plano quinquenal reforça ainda a vontade do Governo em colocar a linha do metro da Taipa em funcionamento em 2019, embora de forma experimental. Sobre o facto de não haver referência ao segmento da península, o secretário disse que a prioridade é a Taipa, o que não impede um eventual avanço no outro projecto.

 

“No plano pomos aquilo que é exequível fazer nestes cinco anos, sem prejuízo de fazer também as outras coisas. Portanto, pomos aquilo que achamos que podemos apresentar no prazo de cinco anos, no qual não há nada de concreto em relação a Macau mas estamos concentrados em acabar a parte da Taipa”, referiu Raimundo do Rosário, em declarações aos jornalistas.

 

Ainda sobre o metro, o plano quinquenal também prevê o início e conclusão do Parque de Materiais e Oficinas, perto do Aeroporto. Recorde-se que o contrato com o consórcio que ganhou inicialmente a empreitada foi terminado, depois de vários atrasos. O Governo prepara-se agora para lançar um novo concurso público.