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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 27/04/2016

O relatório da Comissão Europeia com críticas a Macau, o limite para o aumento de rendas, e o Plano Quinquenal do Governo são alguns temas que preenchem as primeiras páginas dos jornais locais. Em Hong Kong, os jornais colocam em foco o Chefe do Executivo, CY Leung.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun titula que lojas de penhores receberam dinheiro ilegalmente. A PJ fala de um total de 57 milhões de patacas e de 40 pessoas enganadas.

 

O Va Kio coloca em grande destaque o plano a cinco anos para o desenvolvimento de Macau. Este jornal titula que este plano e as Linhas de Acção Governativa anuais “complementam-se”.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM realça também, esta manhã, o plano quinquenal, mas sob o prisma de que a primeira fase do centro mundial de turismo e lazer deverá ficar concluída até 2020.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Pareceres e morais” titula o Hoje Macau - apesar de previsto que o limite do aumento das rendas estivesse de acordo com a inflação, os autores do projecto de Lei do Arrendamento, entregue na AL, vêm agora propor que a subida possa ser fixada com base nos limites aplicados à cobrança de juros legais. Ainda em foco uma entrevista ao artista Zhang Bin: “o furor da utopia”.

 

A manchete do Jornal Tribuna de Macau é “UE pede mais “eficácia” ao Governo da RAEM”, a propósito do re­latório anual da Comissão Europeia, apontando como “prioridade fundamental” a “melhoria das condições” dos cidadãos comuns, que “enfrentam custos de vida e de habitação cada vez mais elevados”. No destaque fotográfico lê-se que “o histórico Hotel Central foi ontem encerrado por ordem do Tribunal Judicial de Base, numa acção de despejo”.

 

“Cinco anos e muitas canseiras” diz em título o Ponto Final por causa da divulgação do Primeiro Plano Quinquenal de Desenvolvimento do território. Até 2020, o Executivo propõe-se definir o plano director para o desenvolvimento urbanístico e trabalhar para transformar Macau no propalado "centro mundial de turismo e de lazer", mas o futuro Hospital das Ilhas ainda não estará concluído daqui a cinco anos. “Macau na mira de Bruxelas” é outro título - a Comissão Europeia não poupa críticas às autoridades do território relativamente ao combate à lavagem de capitais e à evasão fiscal.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

“Visto de longe” titula o Business Daily, a propósito do pedido da Comissão Europeia de participação dos cidadãos na eleição do Chefe do Executivo. Em rodapé, este jornal financeiro escreve ainda “vigiar os vigilantes” - Jason Chao da Associação Novo Macau pediu ao Comissariado Contra a Corrupção para rever leis anti-suborno e investigar possíveis benefícios financeiros de entidades ligadas ao caso do empresário Ng Lap Seng.

 

O mesmo assunto faz também manchete no Macau Daily Times: “activistas pedem ao CCAC para investigar Ng Lap Seng”. O destaque fotográfico remete para Singapura: “cidade-estado aposta na crescente classe média asiática para estimular economia”.

 

No Macau Post Daily lê-se “Governo espera que Plano Quinquenal seja um agenda partilhada” com a comunidade. Espaço ainda na primeira do Post para um caso de polícia, em que as autoridades detiveram 17 pessoas por suspeita de empréstimos ilegais na rua.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em manchete no China Daily lê-se “Nação quer aumentar produção de robôs” – plano a cinco anos prevê que tripliquem para 100 mil. Noutro título, este jornal refere que “CY Leung acusa a revista Next de perseguição”.

 

O South China Morning Post coloca em destaque o aviso do Chefe do Executivo: “apelos para separação da China magoam toda a gente em Hong Kong”. O líder do Governo da região vizinha antevê consequências económicas e políticas se esta “minoria” anti-China não colocar as reivindicações de lado. O destaque fotográfico do South China é feito com “a legacia de Chernobyl”.

 

O Standard também vira atenções para o Chefe do Executivo: “Leung sai em defesa da mulher no caso da mala esquecida no aeroporto”.