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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 25/04/2016

A consulta pública para o plano quinquenal e as declarações do Chefe do Executivo, Chui Sai On, sobre a licença de paternidade são temas em destaque nos jornais locais. Em Hong Kong, algumas manchetes estão relacionadas com o modo como a China trata a religião cristã.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá conta de um caso de burla. Duas pessoas de Macau alegam terem sido enganadas por agentes imobiliários em Zhongshan. Terão pagado 800 mil yuan por uma loja mas quando se deslocaram até ao local indicado aperceberam-se que tinham comprado uma garagem para automóveis.

 

O Va Kio vira atenções para a directora dos Serviços de Turismo, Helena de Senna Fernandes, que disse que alguns dos desportos aquáticos, planeados para a Baía do Lago Nam Van, vão ter início em Junho.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM realça, esta manhã, que os parquímetros da cidade passam a ser geridos pela Sociedade de Administração de Parques Foieng. Esta empresa venceu o concurso público. Hoje é o último dia para usar o actual cartão de parquímetros.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Pai nosso que estás em casa” é o título do Hoje Macau, a propósito das declarações de Chui Sai On sobre a licença de paternidade. O Chefe do Executivo foi à Assembleia Legislativa defender o reforço da re­lação matrimonial através da implementação da licen­ça de paternidade até 14 dias remunerados. Sobre o 25 de Abril, este diário escreve “vermelho pálido”.

 

A manchete do Jornal Tribuna de Macau diz “lei da violência doméstica em vigor no 4º trimestre”.  A 1ª Comissão Permanente da Assembleia Legis­lativa considerou que a nova versão da proposta de lei de prevenção e combate à violência domés­tica reúne os “requisitos necessários” para ser votada na generalidade. Noutro título lê-se “Chefe quer mais alunos a aprender Português” – a Administração carece de 126 tradutores.

 

“O papá dá licença?” escreve o Ponto Final em título sobre a introdução de uma licença de paternidade paga. O Chefe do Executivo disse mesmo que Macau deverá seguir o exemplo dos países e regiões vizinhas, onde a licença de paternidade oscila entre os três e os 14 dias. Em foco nesta edição está ainda Tashi Norbu, o pintor que quer dialogar com a China.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily publica na primeira o símbolo das Nações Unidas com o título “Auditoria da ONU lança alerta vermelho”. Uma auditoria interna ao organismo descobriu uma rede de empresas liderada pelo empresário de Macau Ng Lap Seng, em parceria ou com patrocínios a vários departamentos das Nações Unidas, que podem afectar a integridade, independência e imparcialidade da ONU. O jornal financeiro diz ainda que a partir de amanhã é lancada a consulta pública para o plano quinquenal da RAEM.

 

O título do Macau Daily Times realça que “arranca amanhã consulta pública sobre plano quinquenal”. O destaque fotográfico do Times é feito com o Nepal que “marca o primeiro aniversário do terramoto que matou quase 9 mil pessoas”.

 

O Macau Post Daily faz manchete com uma frase de Agnes Lam. A líder da Energia Cívica afirma que “Governo não presta contas e isso favorece a corrupção”. O jornal também diz que Londres é a cidade do mundo que acolhe mais bilionários.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily diz em título “linha do Governo para religião ganha apoio dos lideres religiosos”. Nesta edição do jornal oficial chinês, estão em grande destaque as iniciativas que se realizam por toda a China para marcar os 400 anos da morte de William Shakespeare.

 

Na manchete do South China Morning Post lê-se que “mulheres do Continente ainda desprezam a proibição para partos em Hong Kong”. O jornal acrescenta que 3 anos após a proibição ter sido anunciada, ainda há 800 partos por ano nos hospitais de Hong Kong de mulheres da China. “Sol, mar e São Francisco” é o título do destaque fotográfico, feito a propósito de um avião que está a dar a volta ao mundo sem a utilização de combustível.

 

O Standard dá conta de uma manifestação de cristãos em Hong Kong. Cerca de 60 pessoas, lideradas pelo Cardeal Joseph Zen, protestaram à porta do Gabinete de Ligação do Governo Central contra a demolição de cruzes em igrejas na China.  Os manifestantes pediram ainda libertação de pastores que continuam presos.