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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 22/04/2016

A contratação de 50 novos inspectores para a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos e um caso de burla que envolveu a importação de mais de 170 trabalhadores da China Continental são alguns dos assuntos em destaque na imprensa de hoje. 

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Va Kio dá destaque às palavras do Secretário Wong Sio Chak que garantiu que o novo regulamento para táxis vai respeitar os direitos fundamentais de taxistas e clientes. Isto porque o novo regulamento prevê que a polícia poderá fazer fiscalização à paisana e os taxistas receiam que possam funcionar como agentes provocadores.

 

O jornal Ou Mun vira atenções para um  caso de burla. Um homem da China Continental foi detido pela Polícia Judiciária por ter promovido a importação de 170 trabalhadores do Continente para postos de trabalho que não existiam.

 

Ou Mun Tin Toi

O caso de burla também está em destaque no canal chinês de rádio da TDM que refere que o homem cobrava 4 mil patacas por cada trabalhador.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

“Empresas portuguesas ainda não estão a usar Macau como plataforma”, diz o Jornal Tribuna de Macau em manchete, palavras do antigo ministro do Governo Português Luís Mira Amaral.  Para o empresário, a culpa não é da RAEM mas de um esforço de internacionalização “muito incipiente” da parte portuguesa. O jornal acompanhou também o ensaio da nova peça dos “Dóci Papiaçám” – “Unga sonho bem di galante”, que fala sobre uma Macau que já não existe.

 

No Hoje Macau “Vai e não volta” é a manchete, um trabalho onde o jornal conta casos de muitas pessoas que nasceram em Macau, emigraram e que escolheram não voltar “devido à falta de qualidade de vida, ao baixo nível cultural e, sobretudo, a impossibilidade de singrar na vida se não se pertencer ao grupo dos que tudo podem nesta terra”.

 

“Afinal havia outra” é a manchete do Ponto Final, referência às duas unidades de tratamento de doenças infecto-contagiosas que vão ser construídas em Macau. Segundo o secretário Alexis Tam, não faz sentido construir um edifício de doenças infecto-contagiosas junto ao Hospital das Ilhas porque o complexo de saúde previsto para o Cotai já engloba uma unidade do género.

 

No jornal Plataforma, “Macau com vista para o atraso” é a manchete. Um trabalho em que está em destaque Kenny Leong,  um residente de Macau que é seguido por milhares de fãs nas redes sociais pela crítica social e política dos seus vídeos. Na primeira página está também o lamento do Reitor da Universidade de Macau em relação à nova Lei do Ensino Superior, um diploma que é prometido desde 2005.

 

“Terceira Guerra Mundial aos bocados” é o grande destaque do jornal O Clarim. Na primeira página está também em destaque a entrevista com Pedro Pinto, “motard descendente de navegadores e o “Carnaval golpista no Brasil”, artigo sobre os últimos acontecimentos relativos ao processo de destituição de Dilma Rousseff.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O potencial da indústria dos leilões faz a manchete do Business Daily. Segundo um especialista em promoção cultural, o desenvolvimento deste sector em Macau poderá criar entre 11 a 45 mil postos de trabalho e gerar entre sete e trinta mil milhões de patacas em receitas por ano. O proprietário da Suncity, Alvin Chau, elogia também as medidas do Governo para aumentar as exigências financeiras aos promotores de jogo.

 

“Regulador do Jogo recruta 50 inspectores” é a manchete do jornal Macau Daily Times. Segundo o jornal, o secretário para a Economia e Finanças já deu luz verde para a contratação de 50 novos inspectores para a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos. Na fotografia de primeira página está  instalação de Stephen Stefanous “Jardim de Borboletas” no MGM Macau.

 

No jornal Macau Post Daily, a Federação para as Pessoas com Deficiência pede ao Governo para criar uma lei que protega os direitos destes residentes. Na primeira página do jornal está também em destaque a morte do músico norte-americano Prince, com 57 anos.    

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O China Daily titula “Segurança no estrangeiro vai ser reforçada” – as empresas de seguranças chinesas vão reforçar os meios para melhor proteger os interesses chineses no estrangeiro.  O jornal oficial chinês dá conta também da crescente preocupação de líderes de Hong Kong com o movimento localista surgiu na cidade.

 

“Pequim define como alvo fundos offshore detidos por fugitivos”, é a manchete do South China Morning Post.  O jornal conta que o Governo chinês vai lançar uma segunda ronda de perseguição a fugitivos corruptos de modo a cortar as fontes de financiamento que têm fora do país. Na imagem de primeira, a investigadora de Hong Kong Nancy Ip que diz que é possível alcançar a cura para a doença de Alzheimer no espaço de dez anos.

 

“Bares de Hong Kong Contra-atacam”: É um dos destaques do jornal Standard. Em causa uma decisão de um tribunal de Hong Kong que decidiu que as ladies night promovidas pelos espaços de diversão nocturna  violam as regras da igualdade de género. Face à decisão, os bares estão já a planear começar a organizar noites de homens.