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Novo Macau pede investigação à venda de salvo-condutos
Quinta, 21/04/2016

A Associação Novo Macau solicitou ao Ministério Público para investigar, em Macau, um caso de alegada venda de salvo-condutos a cidadãos da República Popular China.

 

De acordo com a associação, que cita informações veículadas pela imprensa do Continente, um funcionário da Província de Hebei está a ser investigado pela Comissão Central de Disciplina do Partido Comunista por vender salvos-condutos para Macau e Hong Kong, com os preços a variar entre os 1,5 e os 2 milhões de reminbis para cada documento.

 

Apesar da alegada venda ilegal de salvo-condutos ter acontecido na China, Jason Chao, da Associação Novo Macau, diz que as autoridades de Macau têm legitimidade para averiguar a legalidade dos processos de residência que foram obtidos através de documentos inválidos.

 

A associação Novo Macau lembra que os cidadãos da República Popular da China titulares de salvo-conduto tem condições mais favoráveis para obter a residência em Macau e Hong Kong. No caso destes cidadãos da República Popular da China, a associação considera que estão a beneficiar, de forma indevida, da condição de residentes de Macau.