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Leilões de arte é a nova aposta para as Indústrias Culturais
Quinta, 21/04/2016

O sector dos leilões e hastas públicas é a nova aposta do Governo para as indústrias culturais. Cortar na carga fiscal, promover a formação de pessoal especializado e criar legislação especifica para regular este negócio foram algumas das sugestões que saíram do Conselho para as Industriais Culturais, que reuniu esta manhã.

 

Na primeira reunião plenária de 2016 foi apresentado um estudo sobre as expectativas de desenvolvimento em Macau dos leilões e das hastas públicas. O secretário Alexis Tam considera que se trata de uma indústria muito promissora. “Achamos que o mercado de leilões de arte e de antiguidades poderá ter um grande sucesso”, afirmou Alexis Tam.

 

Uma perspectiva partilhada pela empresária Angela Leong que  lançou, no ano passado, uma nova leiloeira em Macau. Na pele de Conselheira para as Indústrias Culturais, a deputada deixou um repto ao Governo: é fundamental abolir o imposto de selo que recai sobre estas transacções. “Acho que Macau deveria pensar em revogar o imposto de selo nas obras de antiguidades”, sugeriu.

 

O deputado Gabriel Tong alertou para a necesssidade de se actualizar a legislação anti-corrupção e branqueamento de capitais para regular estas de transacções. “Nós já temos esta legislação mas temos que ver se é capaz de abranger e regulamentar a actividade desta indústria”, alertou.

 

Para já, Alexis Tam anunciou a criação de um novo grupo de trabalho no Conselho das industrias culturais dedicado em exclusivo ao sector dos leilões e das hastas públicas.