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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 19/04/2016

As estatísticas do ambiente que dão conta da existência de mais lixo em Macau, a visita a Macau da Procuradora-Geral da República de Portugal, e a crise política no Brasil com o impeachment à presidente Dilma Rousseff são temas em grande destaque na imprensa local. Em Hong Kong, os jornais fazem títulos com a nova interpretação para a aplicação da pena de morte em casos de corrupção e uma eventual licença de aviação para Zhuhai.

 

Jornais de Macau em língua chinesa  

 

O Ou Mun titula “lixo por toda a cidade” e publica várias fotografias a ilustrarem esta realidade. A primeira página deste jornal faz assim referência às estatísticas sobre o ambiente, divulgadas ontem, que alertam para o problema do aumento das pessoas e do lixo.

 

A manchete do Va Kio diz que 36 pedidos para habitação económica podem ser cancelados. O Instituto de Habitação explica que não foram cumpridos os requisitos.

 

Ou Mun Tin Toi

 

O canal chinês de rádio da TDM destaca, esta manhã, a mesma notícia de que 36 pedidos para habitação económica podem falhar.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

Na manchete do Hoje Macau lê-se “o destino marca a toga” – máximo de oito anos de permanência. Os Magistrados serão nomeados por uma comissão de quatro anos que apenas poderá ser renovada uma vez. O critério de recrutamento irá também ser alterado. “Samba do adeus” é a referência ao grande plano de hoje, dedicado à crise política no Brasil.

 

O Jornal Tribuna de Macau escolhe para manchete “Portugal promete manter magistrados na RAEM”. A garantia é deixada pela Procuradora-Geral Joana Marques Vidal. Em destaque fotográfico está a visita do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, à Coreia do Sul: “ensinar Português a coreanos e classificar Procissão dos Passos”, lê-se.

 

O título do Ponto Final é “sobressalto em jeito de novela” sobre o pedido de impeachment de Dilma Rousseff ter recebido carta branca da Câmara dos Deputados brasileira. “Macau e Portugal acertam agulhas” é o título escolhido para a cooperação entre os Ministérios Públicos da RAEM e de Lisboa.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

No Business Daily “lar doce lar”, a propósito das estatísticas do ambiente. O diário económico destaca o aumento na densidade populacional, no consumo de água e ainda na quantidade de lixo. Em foco nesta edição está ainda a presença de Joana Marques Vidal em Macau e os encontros que a Procuradora-Geral de Portugal manteve com o Ministério Público da RAEM.

 

O Macau Daily Times também coloca em grande plano a visita de Joana Marques Vida a Macau, com a manchete “independência judicial é vital”. A fotografia a meia página remete para um novo relatório que dá conta que “os turistas estão a gastar mais dinheiro em Las Vegas”.

 

No Macau Post Daily estão publicadas as fotografias dos dois procuradores ,Joana Marques Vida e Ip Son Sang. O título diz “Macau e Portugal chegam a acordo sobre os magistrados do Ministério Público”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily vira atenções para uma clarificação do Tribunal Supremo Popular da China, que explicou que os crimes de corrupção passam a prisão perpétua. No entanto, para os casos considerados mais graves esta nova interpretação não se aplica, o que significa que pode ser sentenciada a pena de morte. Noutro título, este jornal oficial chinês refere que especialistas afastam a ideia de que um terramoto possa atingir a China em breve.

 

A manchete do South China Morning Post diz que Zhuhai está a concorrer a uma licença que pode aliviar o tráfego aéreo no Aeroporto de Hong Kong. Zhuhai poderia, por exemplo, servir os jactos executivos, acrescenta o jornal. No destaque fotográfico, o South China escreve que cinco residentes de Hong Kong podem enfrentar pena de morte, depois de terem sido apanhados num grande esquema de tráfico de cocaína, na China e no Vietname.

 

O Standard titula “bomba relógio para casas na China”. Os proprietários enfrentam um problema económico desagradável, com os direitos sobre as terras a chegarem ao fim.