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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 18/04/2016

A proposta de 8,8 milhões de patacas apresentada, por erro, no concurso para as 250 licenças de táxis está em grande destaque nos jornais de Macau de hoje. A possível desqualificação da vencedora da maratona de 2014 e o novo mecanismo para lidar com as queixas dos funcionários públicos são outros dos destaques.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O erro milionário numa das propostas para as licenças de táxis está em grande destaque no jornal Ou Mun e no Va Kio.  A proposta devia ser de 870 mil patacas mas a que foi submetida ascende ao montante de 8,8 milhões de patacas. Segundo o jornal Ou Mun, a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) já veio dizer que a proposta não pode ser mudada, sendo que a empresa pode apresentar recurso no prazo de dez dias.


 

Canal Chinês da Rádio Macau

O canal chinês de rádio dá conta do programa de avaliação da condição física da população que será realizado pelos Serviços de Saúde. A avaliação começa este mês e decorre até Julho. A detecção de doenças crónicas, de problemas de diabetes e de tensão arterial está no topo das prioridades da avaliação.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

Uma entrevista com o arquitecto Carlos Marreiros está na primeira página do Jornal Tribuna de Macau. Carlos Marreiros reage às críticas de Lam Iek Kit, membro do Conselho do Planeamento Urbanístico, dizendo que Lam Iek Kit não tem uma opinião autorizada sobre património para o acusar de ser parcial.

 

“Um balão de oxigénio para a justiça” é a manchete do jornal Ponto Final, que dá conta das garantias da Procuradora-Geral da República Portuguesa, deixadas aos responsáveis da Associação dos Advogados de Macau, de que o Ministério Público português está disponível para aprofundar a cooperação com as autoridades locais.

 

No jornal Hoje Macau a manchete é dedicada ao mecanismo para lidar com as queixas dos funcionários públicos que deverá chegar ainda este ano, quatro anos depois do prometido.  “Ponte da Amizade” é o título de primeira, com o jornal a dar conta que os SAFP asseguram a criação de uma comissão independente comandada por académicos e figuras públicas.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

O Macau Daily Times diz que a vencedora da maratona de 2014 poderá ser desqualificada, de acordo com informações prestadas pelo Instituto do Desporto. O Instituto do Desporto está a aguardar informações pedidas à Federação Internacional de Associações de Atletismo para tomar uma decisão.

 

No Business Daily, a directora da Uber em Macau, Trasy Lou, garante que o serviço de transporte está a melhorar a vida na cidade, tanto para turistas como para residentes locais. No jornal está também em foco a queda de 19.3 por cento nas receitas do sector VIP do jogo, no primeiro trimestre do ano em relação em a igual período do ano passado.

 

No Macau Post Daily está também em destaque a abertura de propostas para as 250 licenças de táxis: o concurso atraiu 745 propostas sendo que a mais elevada – no valor de 8,8 milhões de patacas – resultou de um erro de um dos concorrentes.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

“Objectivo da independência não tem qualquer futuro”, é a manchete do China Daily que cita palavras de uma chefia do Ministério dos Negócios Estrangeiros Chinês em Hong Kong. Segundo Hu Jianzhong, qualquer iniciativa tendo em vista a independência de Hong Kong  viola a Lei Básica e o princípio “Um País, dois Sistemas”.

 

A manchete do South China Morning Post vira atenções para as dificuldades de aprendizagem em crianças: há cada vez mais pais a testar os filhos em relação a dificuldades de aprendizagem. Os especialistas defendem, no entanto, que não há nenhuma evidência de um aumento significativo neste tipo de casos. Na imagem de primeira, o protesto que aconteceu no aeroporto de Hong Kong: 2.500 pessoas sentaram-se na entrada do aeroporto para protestar contra a alegada interferência do Chefe do Executivo em relação aos procedimentos de segurança para que uma mala fosse entregue à filha.

 

No jornal Standard o grande destaque vai para a mudança na marca e na imagem da “DragonAir” que vai passar a chamar-se “Cathay Dragon”. Com esta mudança, a unidade do grupo da “Cathay Pacific” pretende captar uma fatia de mercado maior de passageiros na China Continental. A “DragonAir” foi adquirida pela “Cathay Pacific” em Setembro de 2006 por 8.2 mil milhões de dólares de Hong Kong.