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Universidade de Macau: Português vai manter-se sem reduções
Sábado, 16/04/2016

A Universidade de Macau não vai  fazer cortes no ensino do português. A garantia é deixada no programa Rádio Macau Entrevista pelo vice-reitor da instituição. Rui Martins assegura que não há qualquer orientação no sentido de desinvestir no ensino do português.

 

“Pela nossa presença na AULP [Associação de Universidades de Língua Portuguesa] e pelas funções que Macau desempenha como plataforma entre a China e os países de língua portuguesa, isso não vai acontecer”, assevera Rui Martins que se mostra ainda convicto que, também, o número de alunos que aprendem o português não vai diminuir.

 

Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Gilberto Lopes, o vice-reitor da Universidade de Macau sublinha a ideia que esta é a altura em a instituição  dispõe de professores portugueses mais qualificados.

 

“Em termos do departamento de português, o número de docentes mantém-se: temos cerca de 30 professores. Desses, 15 são doutorados. Na direcção do departamento temos uma professora catedrática da Faculdade de Letras. Depois, temos duas professoras associadas da Universidade de Lisboa, quatro professores associados, sete professores auxiliares, incluindo bilingues. Portanto, não houve redução nesse número. O mesmo acontece na Faculdade de Direito em que são mantidos os mesmos números. Em termos de investimento em docentes não houve qualquer redução”, explica.

 

Rui Martins admite, no entanto, que, ao nível  dos contratos de part-time, que têm sempre a ver com a necessidade em termos de oferta de ensino, poderá haver alguma oscilação, algo que, garante, não acontece nos contratos a tempo inteiro.