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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 07/04/2016

A declaração da caducidade de mais três terrenos por parte do Governo é um dos temas em destaque na imprensa de Macau, que também faz referência à detenção de um traficante de droga no aeroporto local com 4,3 quilos de cocaína. Em Hong Kong, um estudo dá conta que muitos residentes acreditam que a moeda local será substituída em breve pelo Yuan.  

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun destaca os três terrenos, um na Taipa e dois em Macau, que foram recuperados pelo Governo. Um dos terrenos, com 3754 metros quadrados, está situado no Aterro de Pac On, na Taipa, e foi concessionado à sociedade Transmac — Transportes Urbanos de Macau, SARL. O terreno seria aproveitado com a construção de um terminal para recolha de autocarros.

 

O Va Kio dá conta de um homem Colombiano que foi detido pela Polícia no Aeroporto de Macau com 4,3 quilos de cocaína. A Polícia Judiciária está a investigar a possibilidade deste homem ter outros cúmplices na operação de tráfico de droga.

 

Ou Mun Tin Toi

No canal chinês de rádio da TDM está em destaque a reunião da 1.ª Comissão Permanente da Assembleia Legislativa, que começou esta manhã a discutir na especialidade o Regime de execução de congelamento de bens.  A lei foi aprovada no final de Março e começa a ser hoje discutida na especialidade.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

Hoje Macau escreve “Carga de trabalhos” na manchete, a propósito das novas directrizes do Governo para diminuir a carga dos trabalhos de casa que são distribuídos aos alunos desde o jardim-de-infância até ao Ensino Secundário. “Até Sempre Ou Mun Chai” é o outro destaque de primeira do jornal, referência à morte de Danilo Antunes.

 

Na manchete do Jornal Tribuna de Macau lê-se “Stanely Au acusa Governo de asfixiar PMEs’”. Em destaque fotográfico, os táxis de Macau que ontem protagonizaram uma marcha lenta na zona dos Lagos Nam Van em protesto contra as novas regras do regulamento de táxis.

 

“Novo Macau quer renovação do Conselho” escreve o Ponto Final, dando conta das críticas da Associação Novo Macau à composição do Conselho para a Renovação Urbana. Destaque também para a iniciativa “Salvar a nossa Coloane, agir Agora”, que no Domingo vai entregar um abaixo-assinado ao Governo com mais de seis mil assinaturas contra o empreendimento previsto para o Alto de Coloane.  

 

Jornais de Macau em língua inglesa

“Governo recupera mais terrenos”, é a manchete do Business Daily, que refere pelo menos dois dos terrenos estavam concessionados à sociedade Transmac . O jornal dá também destaque a uma “start-up” tecnológica local que está a desenvolver produtos e soluções de realidade virtual.   

 

Macau Daily Times coloca em grande plano a notícia dos documentos do Panamá, realçando o impacto que as revelações poderão ter na corrida presidencial nos Estados Unidos. Na primeira página, destaque também para uma entrevista com o jockey Ryan Curatolo que enaltece a qualidade dos treinadores de cavalos em Macau.

 

“Polícia detém traficante de droga colombiano no aeroporto”, é a manchete do Macau Post Daily, que refere que a droga apreendida valia cerca de 13 milhões de patacas. Em foco neste diário estão ainda as conclusões de um estudo de astrónomos da Universidade  de Berkeley que revela que os buracos negros podem ser muito mais comuns do que se pensava.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

No China Daily é o novo farol no recife Zhubi, no mar do Sul da China, que tem honras de manchete. A China alega que a construção do Farol junto ao disputado arquipelago das Ilhas Spratly representa apenas uma forma de garantir a segurança marítima.

 

A manchete do South China Morning Post diz que “Hong Kong quer papel mais importante na internacionalização do Yuan”. Destaque nesta edição ainda para as palavras do Secretário para a Economia de Hong Kong, Greg So, que adianta que não há planos para alargar a mais cidades o esquema de visita de turistas da China Continental.

 

O Standard vira atenções para um inquérito realizado pela London Business School e pela University de Hong Kong em que 62 por cento dos inquiridos diz acreditar que o dólar de Hong Kong acabará por sair de circulação e será substituído, muito provavelmente pelo Yuan. Neste inquérito, 58 por cento dos inquiridos defendem que o Yuan deveria já ser aceite e mais estabelecimentos comerciais de Hong Kong.