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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 05/04/2016

Terrenos destinados à construção de habitação pública que se encontram ocupados por serviços governamentais, o novo regulamento para o serviço de táxis e o escândalo revelado pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação são alguns dos destaques na imprensa de Macau de hoje.  

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 O jornal Ou Mun destaca sete terrenos que estão actualmente a ser ocupados por serviços do Governo e que deveriam ser libertados para construir edifícios de habitação pública. O edifício do Instituto de Desporto junto à Piscina Olímpica da Taipa é um dos terrenos em causa. O problema, refere o jornal, é que estes serviços públicos não têm local nem data prevista para qualquer mudança.

 

No Va Kio a manchete é dedicada às romarias aos cemitérios locais, ontem, no dia do festival Cheng Ming. Segundo o Va Kio as oferendas sofreram aumentos este ano mas os vendedores dizem que o negócio foi mais positivo do que em anos anteriores.  

 

Ou Mun Tin Toi

O canal chinês da rádio fala da reunião da Comissão de Desenvolvimento de Talentos, que aconteceu esta manhã, na qual participaram o Chefe do Executivo, Chui Sai On, e o secretário Alexis Tam. Em discussão formas de cooperação com a Universidade de Cambridge e o lançamento de programas de mestrado em articulação com universidades locais.

 

Jornais de Macau em Língua Portuguesa

“Sanções para taxistas defraudam expectativas” é a manchete do Jornal Tribuna de Macau, que fala nas muitas críticas que as normas previstas no novo regulamento dos táxis estão a suscitar. Em entrevista ao jornal, o presidente da associação Juventude Dinâmica defende o “poder enorme” das associações de conterrâneos e mostra-se pessimista em relação aos resultados que os grupos pró-democratas poderão atingir nas legislativas em 2017.

 

O Ponto Final destaca, em manchete, a investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação sobre os “Papéis do Panamá”. “Do Panamá, com amor”, é a manchete do jornal que faz referência aos biliões de dólares em transacções que foram colocados a nú com o maior escândalo financeiro de que há memória.

 

“A linha da fortuna” é o principal destaque do jornal Hoje Macau, que faz referência ao acordo assinado entre o Governo e o consórcio encarregue da construção da oficina e do parque de materiais do metro ligeiro. “Papel lavado”, é outro título de primeira do jornal sobre a investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O China Daily titula “Reforma fiscal vai dinamizar a economia real”- palavras do primeiro-ministro chinês Li keqiang no lançamento das mudanças fiscais que estão em curso no país. A reforma pretende diminuir a carga fiscal que incide hoje sobre as empresas em todos os sectores da economia.

O China Daily conta também que o Governo Chinês pretende abolir  os denominados “nomes exóticos” atribuídos a edifícios, lugares e espaços públicos. O jornal dá conta que em anos recentes promotores imobiliários e Governos locais tem adoptado nomes estrangeiros para complexos urbanísticos como “Veneza” e “Manhattan” nomes que vão ser agora proibidos para preservar os valores tradicionais chineses.     

 

A manchete do South China Morning Post diz que Guo Boxiong, um antigo chefe militar chinês, está a ser acusado de ter recebido subornos no valor de 80 milhões de Yuan. Guo Boxiong, de 74 anos, foi expulso do Partido Comunista em Julho do ano passado, altura em também começou a ser investigado.

 

O Standard faz manchete com a investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação sobre os Papéis do Panamá, uma gigantesca fuga de informação de mais de 11 milhões de documentos que põe a nu a forma como dirigentes políticos, figuras poderosas e burlões de várias áreas usam os paraísos fiscais para fazer fortunas à margem da lei.