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DICJ: Junkets terão de ter maior capacidade financeira
Sábado, 02/04/2016

O director da Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) defendeu que os junkets têm de ter “mais capacidade financeira” para operar, para além da “idoneidade, que foi sempre uma grande importância na emissão da licença”.

 

No programa Rádio Macau Entrevista, Paulo Martins Chan sublinhou que, hoje, os junkets “se envolvem em operações de valores muito elevados, portanto a capacidade financeira é um factor muito importante”.  

 

O director da DICJ adiantou que se está “ainda a pensar qual é a solução mais apropriada”, não querendo adiantar mais detalhes.

 

Nesta entrevista, Paulo Martins Chan afirmou que relatório intercalar do jogo vai ser revelado em breve. Questionado se as actuais concessionárias se vão manter, o líder da DICJ diz estar tudo em aberto: “Podendo aumentar ou diminuir, ou até uma situação muito extrema como nos Estados Unidos em que não há limites de licenças. São estas as hipóteses”, afirma. Ainda assim Paulo Martins Chan considera que a possibilidade de ter em Macau uma situação como a dos Estados Unidos “não é muito elevada”.

 

No programa Rádio Macau Entrevista, Paulo Martins Chan esclareceu que a partir de 2020, ano em que começam a terminar os prazos de concessão de jogo, vai haver novas licenças e não uma renovação. Em Março de 2020 termina a prazo de concessão da Sociedade de Jogos de Macau e da MGM. Em 2022 terminam as licenças da Wynn Macau, Melco Crown, Galaxy e Venetian.

 

Sobre o actual valor do imposto de jogo, Paulo Martins Chan afirmou que não há motivo para alterações, uma vez que “até ao momento tem funcionado bem”.

 

“Toda a gente está a ganhar dinheiro. Não estamos a ver uma grande necessidade premente de alterar a taxa de imposto. Na eventualidade de a população entender que sim, na Assembleia Legislativa se entender como uma opinião maioritária que sim, nada a abster”, acrescentou Paulo Martins Chan.

 

O director da Inspecção e Coordenação de Jogos, é o convidado desta semana do programa Rádio Macau Entrevista.