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Julgamento de Alan Ho aproxima-se do fim
Terça, 23/02/2016

Um mês e meio depois de ter arrancado, o julgamento de Alan Ho e dos outros cinco arguidos aproxima-se do fim com o presidente do colectivo de juízes do Tribunal Judicial de Base a prever que a sentença possa ser lida no início de Abril.

 

Até ao momento, dezenas de testemunhas foram ouvidas para além de terem sido lidos os depoimentos prestados pelas prostitutas às autoridades, depois de terem sido detidas no início de 2015.

 

Para o dia quatro de Março está marcada a audição das últimas testemunhas e o início das alegações finais em que vão ser ouvidos os advogados dos seis arguidos e também a procuradora do Ministério Público.

 

As últimas pessoas ouvidas durante a sessão de hoje foram as testemunhas abonatórias de Peter Lun, gerente geral do Hotel Lisboa, de Bruce Mak, chefe de segurança do Hotel e também as de Pun Cham Un, sexto arguido neste processo que tem passado praticamente ao lado de toda a matéria que tem sido debatida em julgamento.

 

Pun Cham Un, também ele funcionário do Hotel Lisboa, responde apenas por três crimes de exploração de prostituição e participação em associação criminosa, enquanto Alan Ho, director-executivo do Hotel Lisboa, responde por um crime de fundação e chefia de associação criminosa, e 90 crimes de exploração criminosa.

 

Kelly Wang e Peter Lun, ambos gerentes da unidade hoteleira, e Bruce Mak, chefe do departamento de segurança também estão acusados de fundação e chefia de associação criminosa, e por 90 crimes de exploração criminosa.

 

Já a assistente de Kelly Wang, Qiao Yan Yan está acusada de 90 crimes de exploração de prostituição e de participação em associação criminosa.