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Novo campus da USJ obriga reitoria a pensar dois cenários
Segunda, 15/02/2016

O novo campus da Universidade de São José (USJ), na Ilha Verde, obriga o reitor Peter Stilwell a ter dois cenários em cima da mesa. Em causa estão os constantes atrasos nas obras.

 

“Houve alguns atrasos, de facto, justificáveis. Mas isso está para ser discutido entre a empresa e o dono da obra, que é a Fundação Católica [de Ensino Superior Universitário]. Neste momento, funcionamos com um plano A, que seria entregarem-nos até fins de Maio e conseguirmos o licenciamento da obra até fins de Junho ou meados de Julho. Esse plano A significaria que começaríamos o próximo ano lectivo, pelo menos, com uma parte dos nossos cursos já a funcionar no novo campus”, explicou Peter Stilwell, à margem da apresentação de um novo curso da USJ.

 

“O plano B é: recebemos quando recebermos [o novo campus] e vamos transferindo os cursos com o mínimo de perturbação para os alunos, ao longo próximo ano lectivo. Mas, nos cálculos actuais, não imaginamos que o atraso seja tão significativo que ponha em causa a transferência no próximo ano”, notou.

 

O reitor afasta a possibilidade de a Fundação Católica de Ensino Superior Universitário colocar a empresa construtora em tribunal. “Para já, a nossa relação com a Hsin Chong é muito boa. Dialogamos, apesar de às vezes haver controvérsias e discussão”, afirmou Peter Stilwell.

 

No próximo ano lectivo, a USJ espera receber mais alunos. Dos actuais 1100, a ideia é passar para os 1200 ou 1300.

 

“Ainda temos algum espaço no seminário, mas estamos apertados. E não imagino que o novo campus atrase de forma a impedir que possamos utilizar uma parte já no próximo ano”, sublinhou o responsável.